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domingo, 9 de março de 2008

DESVIANDO ASTERÓIDES

Para aqueles que acham que filmes como "Armaggedom" e "Impacto Profundo" são simples momentos de fantasia, taí uma notícia extraída da agência EFE - do mundo real - que fala sobre a necessidade REAL de possuirmos alguma forma de defesa contra essa quantidade enorme de desastres voadores que navegam pelo espaço e que podem a qualquer momento colidir com nosso querido planeta e causar estragos comparáveis ao do último gigante que colidiu por aqui, e que por sua vez EXTERMINOU QUASE TODA A VIDA DO GLOBO, incluindo os dinossauros.

Se esses estudante conseguirem uma salvação, talvez tenhamos chance.

Mas...e se não conseguirem, vamos ter algum mocinho pra nos livrar do final iminente? Coisa de filme? Será que algum jovem israelense espinhento de quipá e óculos grossos salvará a humanidade?

Só o tempo dirá...

A seguir:
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"Estudantes Israelenses Propõem à Nasa Sonda Para Desviar Asteróide

Ter, 12 Fev, 11h36
Jerusalém, 12 fev (EFE).- Estudantes do Instituto Technion de Haifa, no norte de Israel, propuseram à Nasa a construção de uma sonda espacial para vigiar o asteróide Apophis e, se houver necessidade, desviar sua trajetória.

O APOPHIS, de 250 metros de diâmetro, foi descoberto há quatro anos em um percurso que o fará passar relativamente perto da Terra entre 2029 e 2036.
Segundo cálculos iniciais da Nasa, em 13 de abril de 2029 a probabilidade de impacto será de 2,7 em 100.
O choque de um asteróide desse tamanho com o planeta teria uma potência equivalente a mais de vinte mil bombas atômicas.
O projeto do Technion foi apresentado em um concurso convocado pela agência espacial americana para evitar uma colisão que poderia arrasar a Terra.
A proposta sugere o lançamento da sonda em 2020, em uma primeira aproximação para colocar no asteróide equipamentos eletrônicos que vigiem sua trajetória, indica o jornal "Yedioth Ahronoth".
"Construíram um modelo que custaria US$ 353 milhões e consta de uma nave que pesa uma tonelada e que inicialmente colocaria no asteróide equipamentos eletrônicos", disse Alexander Kogan, que supervisiona o projeto.
Mais à frente, retornaria a uma órbita ao redor da Terra para esperar, e em caso de necessidade, fazer uma nova aproximação em 2025 para desviar o asteróide, orbitando a seu redor e alterando, desta forma, sua trajetória.
Os pesquisadores estudaram diferentes possibilidades, como uma detonação nuclear, mas concluíram que a explosão poderia dividir o asteróide em dois e causar mais dano à Terra.
Outra alternativa é colocar no asteróide motores propulsores, opção considerada muito cara.
Por isso, sugerem que a própria sonda fique encarregada de desviar o meteorito, aproveitando o efeito gravitacional de sua massa e o da Terra, e em um processo que duraria sete anos.
Segundo Kogan, um impacto direto do Apophis sobre a Terra causaria a destruição absoluta em um raio de 200 quilômetros quadrados. EFE"

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