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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Polígamo queniano que teve mais de 100 mulheres morre aos 92 anos

Pra quem fala que esposa faz mal à saúde, está aí a prova de que isso não existe.

Que Deus o tenha, esse santo homem..... descanse em paz.......


A seguir:
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(fonte: BBC Brasil)

O polígamo queniano Ancentus Akuku Ogwela, conhecido por ter casado com mais de 100 mulheres ao longo da vida, morreu no fim de semana aos 92 anos. Apelidado de Danger ("perigo" em inglês), devido a seu charme tido como irresistível, o polígamo se casou pela primeira vez em 1939. A última foi em 1992.
Danger morreu em um hospital na cidade queniana de Kisumu, devido a complicações decorrentes da pressão alta, segundo informou o serviço público de notícias queniano KBC.
"Sou chamado de Danger porque eu derrotei muitos homens", disse Akuku em uma entrevista à BBC, em 2000. "Eu era muito bonito e assim eu tive muitas mulheres".

 (foto meramente ilutrativa)

30 divórcios
Akuku se divorciou de pelo menos 30 mulheres ao longo da vida. O queniano teve mais de 160 filhos, embora ele mesmo afirmasse que havia perdido a conta do tamanho de sua família.
De acordo com a KBC, devido a seu grande número de filhos, netos e bisnetos, Danger construiu uma igreja e uma escola para educá-los.
O polígamo atribuía a longevidade à sua dieta, formada basicamente por vegetais, comidas tradicionais e leite fermentado.
Akuku fazia parte da tribo luo, que habita o oeste do Quênia e na qual a poligamia é uma tradição antiga que a Igreja costuma tolerar.

sábado, 10 de julho de 2010

Inglaterra: Cadela Fica Presa e Dono é Proibido de Ter Animais

Olha, vou ter que contar que noticias como esta me surpreendem pela "distância" que nós,  "ex-terceiro-mundistas", ainda estamos de soluções como esta, aqui no Brasil e na própria América Latina....
Se isso fosse aqui....sei lá, não vou nem inventar....diz vc aí, que é brasileiro e conhece nosso sistema...

AH - a notícia não é lorota,  é fato mesmo....

Fonte: AP

A seguir:
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O proprietário de uma cadela que foi encontrada com a cabeça presa em um buraco na parede, em Luton, no sul da Inglaterra, foi condenado e ficará proibido de ter animais de estimação por cinco anos. Montgomery Wandera, 24 anos, recebeu pena de 100 horas de trabalho comunitário, além de multa de 500 libras (cerca de R$ 1,3 mil), na última quinta-feira. As informações são da BBC News.



Wandera era dono de uma cachorra chamada Nikita. Em janeiro deste ano, vizinhos chamaram os bombeiros depois que viram o animal preso em um buraco de ventilação de uma parede do apartamento. Inspetores verificaram que a residência estava coberta por fezes e que não havia comida nem água para a cadela.

Em audiência, Wandera declarou-se culpado por ter causado sofrimento desnecessário "por confiná-la em um ambiente que é prejudicial para o seu bem-estar". Como atenuante, o homem disse que, no dia do incidente, ele havia saído com amigos, mas seu carro quebrou e ele foi preso. Wandera afirmou que não poderia cuidar da cachorra e que sabia que havia abandonado o animal.

Nikita foi adotada pela associação de proteção aos animais Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA), que trocou seu nome para Bounce.

sábado, 26 de junho de 2010

Menina de 6 anos Está na Lista de Suspeitos de Terrorismo nos EUA

Acho que dizer que algo dessa forma é o cúmulo acredito seja pouco....

Infelizmente acredito também que isso seja só o começo da "neurose informativa", que já há muito assola as mentes estadunidenses e que agora vai se concretizando aos poucos, debaixo dos olhos do próprio povo dos EUA e sob seu aval, mesmo sem saber....

WORLD, TAKE CARE, THE XERIFF IS TURNED ON!!!!

A seguir:

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Menina de 6 anos está na lista de suspeitos de terrorismo nos EUA
Fonte: CNN

O pai de uma garota de seis anos de Ohio (EUA), que aparece na lista de suspeitos de terrorismo do país, diz que a pior coisa que sua filha já fez na vida, provavelmente, foi se desentender com sua irmã. "Acho que isso não constitui perigo à segurança nacional", disse o pai da menina à rede de televisão norte-americana CNN.

Um agente do aeroporto informou à família da situação de Alyssa Thomas quando eles tentavam embarcar para Minneapolis. Os Thomas foram autorizados a voar naquele dia, mas as autoridades orientaram que eles entrassem em contato com o Departamento de Segurança Nacional para esclarecer o assunto.
Foi o que a família fez. Porém, algum tempo depois, eles receberam uma carta do governo dirigida à menina de apenas seis anos de idade, dizendo que nada em seu arquivo seria alterado.

As autoridades federais reconheceram que essa lista de pessoas que são impedidas de voar existe, mas por uma questão de segurança nacional, eles não comentam sobre os nomes que estão nela, nem o porquê.

"Ela voa desde os dois meses de idade. Viajamos para o México em fevereiro e não tivemos problemas", disse o pai de Alyssa.
Isso aconteceu provavelmente devido a uma alteração recente da Administração de Segurança de Transporte, que começou a verificar desde o começo do mês de junho também os passageiros domésticos, e não apenas os internacionais, na lista de pessoas impedidas de voar por suspeita de terrorismo.

Entretanto, a família continua sem saber o motivo da inclusão de Alyssa na lista e continua aguardando uma resolução para o caso.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Paraquedas Não Abre e Instrutor Fica Paraplégico ao Amortecer Queda de Aluna

Quantos teriam essa coragem bem na hora "H" de se colocar literalmente no lugar do próximo, sem medir as conseqüências, sabendo que certamente, de qualquer forma, não teria um final tranqüilo.

Parabéns a esse bravo homem, primeiro por sua coragem, rapidez de raciocínio e depois, por sua firmeza nas ações. Tudo isso em segundos.

A seguir:
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Fonte: BBC




Um instrutor de paraquedismo americano está sendo considerado um herói depois de usar o próprio corpo para amortecer a queda e proteger uma mulher de 54 anos de idade quando o equipamento que os dois utilizavam falhou.

Dave Hartsock, de 44 anos, sofreu lesões na espinha dorsal que o deixaram quase totalmente paralisado do pescoço para baixo. Uma petição para arrecadar fundos para o seu tratamento tinha angariado quase US$ 50 mil quando o período para as doações terminou, na semana passada.

O incidente ocorreu em agosto de 2009, no Texas. A mulher que ele salvou, Shirley Dygert, havia decidido realizar o salto de paraquedas para comemorar seu aniversário.

Após uma manhã de curso, os dois saltaram juntos, mas o primeiro paraquedas não abriu. Acelerando a mais de 60 km/h e despencando em espiral, o instrutor não conseguiu liberar o artefato com defeito.

Dave decidiu acionar o equipamento sobressalente, mas o segundo paraquedas ficou preso no primeiro. A ação reduziu a velocidade da queda, mas o par continuou a despencar em alta velocidade.

Foi então que o instrutor decidiu puxar as cordas para inverter a posição do seu próprio corpo em relação ao da aprendiz.

O impacto deixou Shirley com diversas vértebras do pescoço danificadas e Dave teve lesões na espinha dorsal. Após uma operação e uma semana na UTI ela foi liberada, mas ele saiu do incidente com movimentos apenas limitados no braço direito.

Reencontro
Os dois se reencontraram no início de maio no hospital TIRR Memorial Hermann em Houston, no Texas.

"Eu chorei logo de cara, mas Dave estava fazendo muitas piadas e me fazendo rir", disse Shirley.

Brincando, o instrutor convidou Shirley para outro salto. Ele afirmou que agora os dois são "à prova de acidentes", porque são pequenas as chances de que um incidente semelhante ocorra novamente.

A arrecadação de fundos organizada na internet angariou recursos para financiar o tratamento do instrutor e a adaptação da infra-estrutura em sua casa.

Segundo os organizadores da arrecadação, Dave está sendo acompanhado em tempo integral por sua mãe, de 72 anos, que abriu mão de sua própria vida e tem trabalhado "dia e noite" para cuidar do filho.

De acordo com a rede CBS, ele tem mantido o bom-humor e sua condição física tem melhorado a cada dia.

"Sua perseverança nessa luta inspirou muitas pessoas entre seus parentes e amigos, mas eles precisam de ajuda", disseram os organizadores do movimento na internet.

"O maior presente que um ser humano pode receber é a dádiva da vida, e ele (Dave) abriu mão de seu próprio corpo sem egoísmo para que outra pessoa pudesse viver."

Soldados Estadunidenses Morrem Cada Vez Mais Jovens no Afeganistão

Mais uma notícia dos senhores da guerra, que a cabo de mentiras e promessas fáceis, promovem uma "limpeza interna" silenciosa, em seus principais centros geopolíticos.

Bom, toma lá!

A seguir:
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Fonte: "The" New York Times



Ele era um adolescente irreverente com uma namorada grávida quando a ideia passou por sua cabeça pela primeira vez: entrar para as Forças Armadas dos EUA, criar uma família. Ela fez um aborto, mas a ideia permaneceu. Patrick S. Fitzgibbon, Saint Paddy para os amigos, tornou-se o soldado Fitzgibbon. Depois de três meses de treinamento básico, ele foi para a guerra.
Desde seu posto avançado na Província de Kandahar, no Afeganistão, ele se queixava ao pai da escassez de cigarros, balas Skittles e refrigerante Mountain Dew. Mas se orgulhava de seu trabalho e se voluntariava a fazer as patrulhas necessárias. Em 1º de agosto de 2009, em uma dessas missões, Fitzgibbon pisou numa placa de metal conectada a uma bomba enterrada no solo. O céu azul ficou marrom por causa da poeira.
A explosão matou imediatamente Fitzgibbon, 19 anos, de Knoxville, Tennessee, e o oficial Jonathan M. Walls, um jovem pai de 27 anos de Colorado Springs. Uma hora mais tarde, um terceiro militar que ajudava a garantir a segurança da área, o soldado de primeira classe Richard K. Jones, 21, de Roxboro, Carolina do Norte, morreu por causa de outra bomba escondida. As duas explosões feriram pelo menos outros dez soldados.
Na terça-feira, o número de americanos mortos no Afeganistão ultrapassou 1 mil, depois que um homem-bomba em Cabul matou pelo menos cinco membros do Exército dos EUA. Depois de levar quase sete anos para chegar aos primeiros 500 mortos, a guerra matou outros 500 em menos de dois anos. Uma expansão da ação da milícia islâmica Taleban em quase todas as províncias, um governo central fraco e incapaz de proteger o seu povo e um número maior de soldados americanos no país contribuíram para acelerar o ritmo das mortes.
O caos do último mês de agosto, quando os afegãos realizaram eleições nacionais, foi um alerta para muitos americanos sobre a deterioração da situação no país. Naquele mês, 47 americanos morreram, mais do que o dobro do mesmo período um ano antes, fazendo de agosto o mês mais fatal dessa guerra.
Em muitos aspectos, Fitzgibbon foi o exemplo típico da nova onda de mortes em combate. Os soldados americanos morrem mais jovens, geralmente assim que deixam o treinamento, mostram os registros militares. De 2002 a 2008, a idade média de agentes em ação no Afeganistão era de cerca de 28 anos; no ano passado, ela baixou para 26. Este ano, os mais de 125 soldados mortos em combate tinham em média 25 anos de idade.
Nos últimos dois anos, o número de soldados mortos por bombas caseiras, que os militares chamam de dispositivos explosivos improvisados (ou IED, na sigla em inglês), aumentaram significativamente. Já, no início da guerra, granadas e trocas de tiros tiraram mais vidas. Mas, em 2008, pela primeira vez mais da metade das mortes americanas foram o resultado de IEDs, que - tal como aconteceu no Iraque - se tornaram mais potentes e abundantes no Afeganistão.
As mortes resultantes de IEDs acontecem em grupos: em agosto passado, por exemplo, 17 das 25 mortes causadas por IEDs - incluindo aquela que matou Fitzgibbon e Walls - envolveram ataques em que mais de um soldado morreu. Em histórias posteriores, o verão de 2009 pode servir como uma virada na guerra, um momento no qual não apenas a atenção pública americana se voltou para o Afeganistão, mas quando o governo Obama se sentiu obrigado a analisar e rever toda a sua abordagem em relação à guerra.
Os meses quentes há muito têm os mais intensos combates no Afeganistão, quando insurgentes emergem de seus refúgios nas montanhas para armar emboscadas e recrutar novos combatentes. Mas nas semanas que precederam a eleição presidencial em agosto, o alcance do Taleban foi mais amplo e potente do que em qualquer outro período desde que foram tirados do poder.
Não apenas o número de atentados e ataques suicidas dispararam, mas os próprios dispositivos se tornaram mais potentes, capazes de atingir até mesmo veículos fortemente blindados que antes pareciam imunes. Uma bomba de cerca de meio quilo matou sete soldados americanos e o seu intérprete em um veículo militar no outono passado.
Julho, agosto, setembro e outubro entraram para a história como os quatro meses mais fatais para as tropas americanas desde que a guerra começou.
Depois de receber um alarmante relatório sobre a guerra de seu principal comandante no Afeganistão, o presidente Barack Obama ordenou o destacamento de mais 30 mil soldados para a guerra, muitas das quais chegarão ao país neste verão.
Mas, ao pedir mais tropas, Obama e outros defensores do novo destacamento alertaram que o número de baixas, americanas e afegãs, certamente aumentariam antes que a segurança melhorasse. A violenta batalha na Província de Helmand este ano demonstrou que eles tinham razão, com 16 mortos em combate, em comparação aos 2 mortos em fevereiro do ano passado.
"Se o Taleban obteve controle político de partes importantes do país, a única maneira da situação melhorar será o uso de forças militares que contestem esse controle", disse Steven Biddle, especialista em políticas de defesa do Conselho de Relações Exteriores que faz parte de um grupo que analisou a estratégia americana no verão passado. "E isso deixará mortos: entre os combatentes deles, os nossos soldados e civis."
* Por James Dao e Andrew W. Lehren

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