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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

GOVERNO DE ISRAEL - COVARDES COMO OS NAZISTAS O FORAM

Para um governo que diz levar bem à sério as pretensões de Deus, passar com o trator por cima de um povo pobre e aguerrido do jeito que quiser não parece muito divinal.

Para um mundo globalizado e que diz ter pretensões de paz, qualquer país que tomar um lado como "seu", qualquer um deles, já ignora de cara os bons princípios de um mundo globalizado.

Um povo (aí digo as pessoas mesmo, não o governo covarde) que passou por tanta coisa na história do mundo, que tem registros históricos de um período o qual poucas civilizações tem história, que tem tanto à ensinar, não se manifesta também contrário à uma resposta militar tão desproporcional num período ao importante para o restante do mundo como passagem de ano, reveillon, uma época para rememorar boas passagens e programar um começo de ano com alto astral... (Bom, eles mataram um "profeta" que hoje quase o mundo inteiro conclama como Homem-Deus - e ainda continuam batendo na mesma tecla milhares de anos depois, o que que há pra se dizer dessa "inteligência divina"?)

Será algum de seus "sacrifícios bíblicos"? Queimar tantas crianças assim, coisa normal não deve ser...vindo de um governo dito tão "cheio de poderes sobrenaturais e diálogos divinos"....

Mas, guerras de hoje em dia não deveriam ser entre soldados??

E mais uma vez, seremos obrigados a ver imagens como essa abaixo....

Resumindo: PARTICULARMENTE ACHO, mais uma vez, que uma "nação" (qualquer) poderosa que CAGA E ANDA para o que realmente acontece debaixo de seu nariz, e trata a todo um povo como criminoso, buscando destruí-lo de imediato, É COVARDE.
REPITO: COVARDE.
O EXÉRCITO E GOVERNO DE ISRAEL PREMEDITAM SEUS ATAQUES FULMINANTES E DE DIMENSÕES GOVERNAMENTAIS SABENDO QUE PODERÃO RECEBER UM ATENTADO A QUALQUER MOMENTO, o que é normal, posto que são ODIADOS por seus inimigos, e talvez, depois desses ataques, ODIADOS PELO MUNDO, assim como o governo e sistema estadunidenses o são hoje, e poderão o ser muito mais amanhã.

P.S: Para quem não sabe, o Hamas é um grupo organizado (chamado terrorista) que possui poder político e consegue se manter e manobrar no governo, assim alcançando êxitos, inclusive militares, também com apoio da população. Porém, (pra brasileiro entender), o Hamas seria somente uma mistura de PT com GAViÕES DA FIEL, com requintes militares e MUITO ÓDIO ao povo judeu (pra você que é brasileiro, com certeza é quase impossível saber exatamente o que é isso, pois tenho certeza que ESSE ÓDIO MÚTUO QUE ESSES POVOS COMPARTILHAM INCLUI O INDIVÍDUO, o que faz um odiar tudo o que diz respeito ao outro.....RIDÍCULO, ÓDIO PELO ÓDIO, AINDA MAIS ENTRE DOIS POVOS que se DIZEM "RELIGIOSOS"...

Mas o Hamas não tem um poderio IMENSO, como dizem seus inimigos, mas o ORGULHO e o MEDO sempre falam mais alto aos poderosos acuados, mesmo que minimamente. E parece que este governo não sai deste espectro nunca....

Acontece que a palestina é um local dos mais pobres do mundo, e os judeus são o povo mais rico do mundo, com posições de destaque globais e fundamentais...Esses seus inimigos são "favelados" se comparados seu poderio militar com o de israel, daí que sempre apanharão até ser destruídos, POIS ASSIM QUER O GOVERNO DE ISRAEL, E ASSIM SERÁ....

Com o aval U.S.A, claro.

Ora, se os criminosos são os que atiraram foguetes, porque estes não são caçados? Por acaso o governo de Israel é "tão divino" assim, que pode decretar imediatamente sanções fatais a todos os que cercearem seus direitos? É assim que deve ser? Sendo que apenas alguns "parcos criminosos" continuam sua "luta", e que se alguém deveria ser destruído deveriam ser os indívíduos criminosos que seguem lutando (e lutam politicamente, pois acreditam em um ideal - compartilhado por seu povo todo).

Claro, um governo de pouca inteligência não retira as maçãs podres do cesto, explode o cesto inteiro, sem nem ver aonde os fragmentos vão...não indo na sua cara, já tá bão. Por que caçar criminosos, se eu posso destrui o bairro aonde vivem (com seus familiares, idosos, crianças, mulheres, animais, FODAM-SE TODOS, DIZEM, respondendo a fogo de alto poder, porém baixa densidade, com um ataque de alta densidade

Por que não atacam logo uma bomba atômica (atômica não, já está ultrapassada, porque não atacam logo aquela mais moderna, a que destrói a todos sem prejudicar em nada as edificações locais?) Não inventaram ainda? Ah, mas vão inventar já, já, não se preocupem....inventarão em nome da "PAZ NO MUNDO"...

Bom, algumas lições posso tirar deste momento para minha vida:

* Político bom é político que está de saída de seu mandato;
* Certos povos se utilizarão para sempre de desculpas históricas para continuar propagando a guerra no mundo, ( a seu favor, claro);
* Governo bom é governo que está sendo destituído;
* Paz, é só pra gente, pros outros, FODA-SE;
* Quando um imbecil sai do Sistema, existirão sempre dez de prontidão para ocupar seu lugar;
* E por último, a suástica invertida (símbolo do nazismo) não deve ser encarada como inerente aos germânicos, e sim à todo sistema terrorista, fascista, que resolver que o mundo está em suas mãos (ALGUÉM DUVIDA???)

E finalizando, (se é que posso), depois dessa enxurrada intestinal de notícias vindo daquele lado do mundo, gostaria de desejar a todos um ano de 2009 cheio de real felicidade.

Feliz 2009!
(dentro de nossas casas, ao menos, heheh)

sábado, 27 de dezembro de 2008

Governo brasileiro e líderes do mundo inteiro reagem aos ataques de Israel a Gaza

Essa notícia eu considerei "espetacular" pelo seu alto nível de irresponsabilidade por parte de um governo que se diz racional (talvez mais que todos, afirmariam), mas no fundo afirma que nada nem ninguém poderá se opor a seus objetivos.

Graças à Deus, a Roda de Samsara gira, e tudo o que se faz, se paga.

E, felizmente, isso serve para qualquer lado....
Uma imbecilidade...um ato totalmente desproporcional....

Notícias de líderes mundiais rechaçando (mais) esta estupidez, a seguir:
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Governo brasileiro e líderes do mundo inteiro reagem aos ataques de Israel a Gaza

O Brasil e diversos países e organizações se pronunciaram sobre os ataques israelenses à Faixa de Gaza e os ataques do grupo palestino Hamas, que deixaram mais de 200 mortos neste sábado.

O Governo brasileiro criticou a “reação desproporcional” de Israel no bombardeio à Gaza e os ataques do Hamas e pediu às partes para cessarem as hostilidades e iniciarem um diálogo.

Em comunicado, divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores, o Governo afirmou que “acompanhou com apreensão a intensificação do lançamento de foguetes por milicianos do Hamas contra o sul de Israel e recebeu com grande preocupação a notícia do ataque aéreo israelense à faixa de Gaza”. A nota também lamenta que a violência na região afete principalmente a população civil e prejudique os esforços por uma solução pacífica para o conflito israelense-palestino.

EUA
A Casa Branca, aliada de Israel, afirmou que quer o fim da violência no Oriente Médio e reiterou que cabe ao Hamas pôr fim aos ataques israelenses, ao conter seus próprios lançamentos de foguetes de Israel. A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, disse que o Governo “condena os repetidos ataques com mísseis e morteiros contra Israel”, e afirmou que o Hamas é “responsável pela ruptura do cessar-fogo” em Gaza.

França e UE
Em férias na Bahia, o presidente da França e da União Européia (UE), Nicolas Sarkozy, divulgou um comunicado pedindo a “interrupção imediata dos lançamentos de foguetes contra Israel e dos bombardeios israelenses sobre Gaza” e condenou as provocações irresponsáveis que conduziram a essa situação, assim como o “uso desproporcional da força”. “Não há uma solução militar em Gaza”, escreveu Sarkozy no comunicado, pedindo uma “trégua duradoura” na região.
A União Européia fez um apelo neste sábado por um cessar-fogo imediato em Gaza.

Turquia
O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, criticou o ataque lançado pelo Exército israelense na Faixa de Gaza ao qualificá-lo como uma falta de respeito aos esforços turcos pela paz.
Erdogan explicou aos jornalistas que o ataque foi um duro “golpe à paz” na região, um objetivo no qual a Turquia estava trabalhando intensamente. A Turquia é o aliado mais importante de Israel na região e o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, esteve na segunda-feira passada no país, onde se reuniu com autoridades turcas.
Em declaração escrita, o governo turco pediu para Israel cessar imediatamente a operação militar e ressaltou que é de vital importância transferir ajuda a Gaza para evitar uma tragédia humanitária.

Reino Unido
O Governo britânico pediu a Israel a “máxima contenção” para evitar vítimas civis na Faixa de Gaza, e solicitou aos grupos palestinos que não ataquem o território israelense. “A única maneira de conseguir uma paz duradoura em Gaza é através de meios pacíficos”, afirmou um porta-voz do Ministério de Exteriores britânico.

Itália
Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália, também pediu o fim da violência e defendeu o diálogo como a única via possível para encontrar uma solução duradoura ao conflito na região. Berlusconi afirmou em nota que “só através do diálogo, e não com as provocações nem com o recurso às armas, será possível encontrar uma solução estável e duradoura para o conflito” na região.

Alemanha
Na Alemanha, o ministro de Assuntos Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, criticou o fim unilateral da trégua com Israel por parte do Hamas, ao mesmo tempo em que pediu à parte israelense que ofereça “uma resposta proporcional” e evite as vítimas civis.
Steinmeier advertiu que a Faixa de Gaza ameaça se afundar em uma nova “espiral de violência”.

Egito
Em comunicado presidencial, o Egito criticou o ataque e atribuiu a Israel, “como força de ocupação”, a responsabilidade pelos mortos e feridos na agressão. O Governo egípcio assegurou que seguirá fazendo seu trabalho de mediação entre os palestinos e os israelenses para “criar um ambiente propício para renovar a trégua e conseguir uma reconciliação interpalestina”.

AP
Pessoas protestam na Síria contra ataque de Israel

Síria
Já a Síria qualificou de “ato terrorista” e de “guerra de extermínio” a ofensiva israelense. Em comunicado, o presidente da Síria, Buthaina Shaaban, disse que a o país condena categoricamente o ato de terrorismo e a guerra de extermínio lançada pelas forças da ocupação israelense contra a Faixa de Gaza”.
A ministra de Exteriores israelense, Tzipi Livni, “está bebendo agora o sangue do povo palestino para se transformar em primeira-ministra através desta ação terrorista e deste grande massacre contra gente indefesa”, destacou Shaaban.

EFE/Wael Hamzeh
Mulher chora em protesto no Líbano

Líbano
O primeiro-ministro libanês, Fouad Siniora, destacou que Israel somou hoje “outro massacre à lista de massacres” contra os árabes. “Em meu nome e em nome de meu Governo, condeno esta agressão criminosa.” Além disso, pediu à ONU e ao secretário-geral Ban Ki-moon que impeçam Israel de seguir “cometendo massacres e destruições no mundo árabe”.

Iêmen e Emirados
Segundo a imprensa local, o presidente iemenita, Ali Abdala Saleh, qualificou de “barbárie” o ataque contra os palestinos, enquanto os Emirados Árabes Unidos apoiaram a realização de uma reunião de urgência na Liga Árabe.

Reuters/Ali Jarekji
Jordanianos protestam contra ataques de Israel à Gaza

Jordânia
Um comunicado do Ministério de Assuntos Exteriores jordaniano pediu que o ataque seja detido imediatamente, e ressaltou que o chanceler Salah Bashir já iniciou contatos para preparar um encontro na Liga Árabe.

Iraque
O governo iraquiano também condenou os ataques aéreos israelenses sobre a Faixa de Gaza, neste sábado, pedindo à comunidade internacional que “assuma suas responsabilidades”. Em nota o governo pede à comunidade internacional que tome as medidas necessárias para pôr fim a esses ataques”.

Marrocos
O Governo do Marrocos condenou a operação militar israelense “denunciando com firmeza o uso desproporcional da força e esta trágica escalada da violência”. O Governo pede o “fim imediato das hostilidades, que, além das grandes perdas de vidas humanas, expõem, mais uma vez, a região à violência e às divisões”.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Idoso ganha corpo de 30 com "tratamento rejuvenescedor"

Caramba, se a notícia for quente e o nosso amigo aí (este mesmo da foto abaixo) tiver esse corpo mesmo, vale a pena estudar seus métodos...é tão diferente que parece até fotomontagem (se não o for)...

O irônico é que o senhor descobriu uma fórmula mágica para rejuvenecer e não consegue fazer eliminar a calvície...

Se alguém aí souber mais, é só indicar.

A seguir:
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fonte: A.P.

Um médico americano se tornou o exemplo vivo dos resultados de um tratamento de controle de idade oferecido por uma clínica de Las Vegas, Estados Unidos, que promete rejuvenescer o corpo das pessoas em até décadas a menos. Aos 69 anos e apesar da cabeça com pouco cabelo, o doutor Jeffrey Life conseguiu com o tratamento o corpo parecido ao de um homem de 30 anos. As informações são do Terra Chile.

O centro médico Cenegenics Medical Institute é o responsável pela transformação. Especializado em controlar o avanço da idade, a clínica realiza terapias personalizadas que retardam o processo de envelhecimento biológico ou corrigem os desequilíbrios identificados.

Para isso, a instituição aplica uma completa avaliação clínica do paciente - neurológica, psíquica, de imunidade, endócrina, metabólica e nutricional -, apoiada por dados de laboratório. O tratamento envolve ainda injeções de hormônio do crescimento, dieta e exercícios.

Pedro Saddi, clínico geral e endocrinologista, pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia, chama a atenção para o fato dessa clínica incluir no tratamento as polêmicas aplicações do hormônio do crescimento (o GH) - uma substância produzida naturalmente pela hipófise (glândula localizada na base do cérebro) e necessária principalmente na infância para o desenvolvimento.

Segundo o médico, esse tipo de tratamento só deveria ser feito em indivíduos com deficiência na produção desse hormônio - especialmente crianças - e em alguns casos de doenças crônicas. Caso contrário, a aplicação pode não fazer efeito ou, pior, causar problemas graves de saúde.

"Uma metanálise (avaliação de vários estudos) comprovou que doses fisiológicas do hormônio (próximas à quantidade produzida naturalmente pela hipófise), quando aplicadas em atletas, não aumenta os músculos nem melhora o desempenho", alerta. Já o excesso dessa substância, garante Pedro Saddi, pode causar hipertensão, diabetes, insuficiência cardíaca, apnéia do sono, além de aumentar as chances de câncer no intestino grosso.

Em 1998, o médico Jeffrey Life ganhou o concurso médico "Uma vida sadia", baseado em um best-seller chamado Corpo para a vida, onde ensina a construir um corpo com a forma física atual da pessoa.

Sacanagem: Homem Morre Devido á Festa no Dia de Se Aposentar

Meu amigo...
Que sacanagem!

Será que era algum chefe jurado?

Aliás, a manchete está errada....o homem não morreu ao ser "jogado para cima", e sim ao ser "deixado cair no chão na volta"!...

Trash death...

A seguir:

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Um japonês de 60 anos morreu depois de ter sido jogado para cima em uma festa de comemoração de sua aposentadoria. Seus colegas não conseguiram segurá-lo deixando ele cair no chão, informou a Reuters.

O homem morreu em setembro, dez meses depois da festa da qual participaram cerca de 40 funcionários de uma empresa de transportes localizada próxima a cidade de Kyoto.

Na queda o homem machucou o pescoço, a nuca e ficou paralisado. Ele morreu em virtude de complicações sanguíneas.

O caso ganhou notoriedade depois que a mulher do aposentado apresentou queixa na polícia contra os colegas de trabalho que jogaram o homem para cima. Ela os acusa de negligência.

"Ele trabalhou até poder se aposentar. Nós estávamos planejando viajar para vários lugares e estávamos ansiosos para poder passar um tempo relaxando juntos", disse a viúva.

"Não importa o que eu diga, ele não vai voltar, mas eu quero descobrir porque isso aconteceu", disse a mulher.
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Fundo do mar: 200 mil km² estão mortos, diz ONG

Bom, não sou muito de confiar em ONGs, mas...
...só para complementar o q dissemos no último post:

Esse é um caso claro do que acontece quando o homem consegue alcançar suas mão "comerciais" em algo....Quanta porcaria está sendo lançado nas águas do planeta NESTE EXATO INSTANTE?
Tem problema cósmico nisso? NÃO, CLARO!!!

O problema é a safadeza que vive dentro de nós, (de todos) , e que domina essas empresas que operam com extração natural...nunca conseguem ser controlados....E por isso nunca vão se cansar de se aproveitar de algo de todos para benefício próprio, aliado à insaciável apetite comercial que é rei nos dias de hoje...acabam nisso tudo...

..ou nesse NADA...

P.S.: uma notícia dessa, digna de "parar as máquinas" das gráficas de jornais, e fazermos um puta alarde até resolver...é uma "notinha de rodapé" de jornal da web...

A seguir:
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Fundo do mar: 200 mil km² estão mortos, diz ONG
Cerca de 200 mil km² de fundo do mar estão praticamente mortos, quase quatro vezes mais que há 13 anos, segundo um relatório apresentado hoje em Hamburgo pelo Fundo Mundial da Natureza (WWF, na sigla em inglês) por ocasião do Dia Mundial dos Oceanos, celebrado em 8 de junho.

"Estamos utilizando os oceanos como aterro de lixo e estamos lhes tirando o ar para respirar. As principais ameaças para os mares são a pesca predatória, a mudança climática e a falta de oxigênio", disse o autor do relatório, Jochen Lamp.

O mar com a maior superfície "morta" é o Báltico, com um total de 42 mil km², e até 90 mil km nos piores momentos de crise, mas no Golfo do México, no Mar Negro e no Adriático também há grandes regiões de fundo marinho asfixiado, principalmente pelos vazamentos de pesticidas.

A asfixia ocorre através das águas dos rios, que transportam grandes quantidades de fósforo e nitratos até os oceanos. Estes adubos impulsionam o início do crescimento da flora marinha e das algas, mas acabam provocando a extinção dos organismos e a falta de oxigênio. Os peixes morrem ou acabam fugindo para outras regiões.

"Antes, o Mar Báltico era de águas claras. Hoje, está turvo e muito fertilizado, apesar de toda tentativa para salvá-lo. A limpeza dos mares deve, portanto, se tornar prioridade de todos os governos ribeirinhos", afirmou Lamp, que acrescentou que o Báltico possui hoje quatro vezes mais fósforo e nitrogênio que há 100 anos.

As conseqüências da asfixia dos mares são dramáticas não só do ponto de vista ecológico, mas também econômico, pois representa o fim da pesca e, portanto, do sustento de muitas pessoas, acrescenta o WWF, que pediu à União Européia para suspender os subsídios à agricultura convencional para frear a hiperfertilização dos mares.

Os Oceanos Estão Mais Ácidos

Como era de se esperar, infelizmente continua a seqüência de deterioração de nosso meio ambiente.

Mas apesar de toda a poluição recorrente, ainda acredito (pessoalmente) que a causa principal de todas estas alterações são decorrentes de mudanças universais, que afetam a tudo no espaço, inclusive nosso Sol, e por mudanças neste, nosso planeta padece de qualquer pequena alteração também...(Vide Codexs Maias)..... e pode ser chamada de "noite cósmica" ou "anoitecer cósmico" (pesquisem!!)

Ou seja, além de tudo, nosso desfecho (trágico ou não) é apenas mais uma encenação e faz parte de uma "Ópera" Universal...

Mas que politicamente estão manipulando bem essas alterações, ah isso estão direitinho...

P.S.: Mas é óbvio, toda a conscientização e processos ecológicos devem continuar e melhorar até atingirmos um equilíbrio, pois, apesar de acreditar que o "grosso" dessas alterações e catástrofes naturais sejam devido a mudanças "cósmicas", nada impede de o homem deixar o planeta um deserto por suas próprias mãos....

A seguir:
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Os Oceanos Estão Mais Ácidos O aumento nos níveis de dióxido de carbono na atmosfera pode fazer os oceanos da Terra ficarem mais ácidos com maior rapidez do que se previa, desequilibrando ecossistemas no processo, afirma novo estudo. Cientistas medem desde 2000 a acidez da água do mar em torno da ilha Tatoosh, no litoral do Estado de Washington. A acidez cresceu 10 vezes mais rápido do que os modelos climáticos haviam previsto. A pesquisa também revelou que o efeito corrosivo de oceanos ácidos pode iniciar uma mudança dramática nas espécies costeiras e colocar em risco os estoques de frutos do mar.

"O aumento da acidez que observamos durante o estudo foi quase da mesma magnitude que esperávamos para o decorrer do próximo século," disse o co-autor do estudo Timothy Wootton, biólogo marinho da Universidade de Chicago. "Isso é um alerta de que talvez os oceanos estejam mudando mais rápido do que as pessoas pensam", disse.

O aumento das emissões de dióxido de carbono de atividades humanas elevou em 30% a acidez dos oceanos nos últimos 200 anos.

Quando o dióxido de carbono da atmosfera se dissolve nos oceanos, ele se transforma em ácido carbônico, nocivo à vida marinha. Estudos de laboratório mostram que, conforme a acidez da água do mar aumenta, as conchas de carbonato de cálcio e os esqueletos de muitas espécies marinhas, como corais, ouriços-do-mar e algas marinhas rígidas, começam a ser corroídos.

Mudança de equilíbrio
A partir de dados coletados sobre como as espécies interagem nas costas rochosas da ilha Tatoosh, Wootton e seus colegas construíram modelos de um ecossistema. Para sua surpresa, em um cenário de alta acidez, nem todas as espécies com conchas de carbonato de cálcio se adaptaram mal. Em vez disso, ocorreu uma mudança: mexilhões e cirrípedes maiores foram afetados, deixando os crustáceos menores e algumas algas marinhas calcificadas em melhor situação.

Na natureza, "as espécies competem por espaço, comem umas às outras, num sistema dinâmico incrível," disse James Forester, ecologista da Universidade de Harvard que foi um dos autores do estudo, publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences. "Quando você muda o ambiente da competição - neste caso alterando a acidez - obtemos reações inesperadas", disse.

"Os mexilhões geralmente dominam o ecossistema porque tendem a crescer demais e erradicam outras espécies que ocupam as rochas," disse o co-autor Wootton. "Mas com o declínio dos mexilhões, outras espécies - tendo ou não conchas - podem ter melhor desempenho".

Nancy Knowlton é professora de biologia marinha da Instituição Scripps de Oceanografia em La Jolla, Califórnia, e não participou do estudo. Ela observou a importância de se adotar a abordagem "o inimigo do meu inimigo é meu amigo" na hora de entender como várias espécies com concha respondem à acidificação oceânica.

Uma mudança nos ecossistemas costeiros provocada pela acidez pode resultar em desastre para o setor de frutos do mar, que depende de mexilhões e outras espécies, alertou Wootton.

Um padrão mais amplo?
Enquanto as pesquisas de campo confirmaram o declínio dos mexilhões, os modelos preditivos foram necessários para detectar mudanças de longo prazo.

"Existe uma inércia no sistema, porque muitas dessas espécies vivem por longos períodos, disse o pesquisador Wootton. "As pequenas mudanças que vemos nas dinâmicas do ecossistema podem se ampliar com o tempo".

Esses são os primeiros dados a respeito da acidez dos oceanos em águas temperadas - ao invés de tropicais. Ninguém sabe se transformações tão rápidas também ocorrem em outros lugares.

"A ilha Tatoosh pode funcionar diferentemente," sugeriu Wootton. "Pode haver mecanismos únicos sob as águas em volta de nossa ilha. Precisamos mesmo coletar mais dados de outras regiões distantes do equador e observar quais padrões ocorrem por lá", acrescentou.

A bióloga marinha Knowlton disse, "isso é comum em vários estudos climáticos - quase sem exceção as coisas parecem estar piores do que imaginávamos".

Tradução: Amy Traduções

domingo, 16 de novembro de 2008

Jovem cultuado reaparece após 1 ano e agita Nepal

Para quem tiver acesso ao canal de assinatura Discovery Channel, lá tem um especial sobre este rapaz, que até o momento parece um caso bem interessante, recomendamos estudá-lo...mas sem exagerar...novo Buda é querer rotular demais para meu gosto.....mas como tudo aqui é assim...

A seguir - (OBS: nem vamos colocar imagem do rapaz para evitar gerar algum tipo de "endeusamento").
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Um adolescente que muitos nepaleses acreditam ser a reencarnação de Buda reapareceu ontem depois de ficar mais de um ano recluso na selva. Ram Bahadur Bamjan, 18 anos, atraiu milhares de devotos a Nijgadh, localizada a cerca de 160 km da capital Katmandu.

Ao ouvir a notícia, os seguidores de Bam, alguns vindos da Índia, viajaram ao local do seu reaparecimento ontem, segundo autoridades policiais. Apesar do alvoroço, ainda não há declarações oficiais das autoridades budistas sobre a possível reencarnação.

No entanto, as pessoas vêm cultuando o adolescente desde que ele foi visto meditando na selva, em 2005, onde ele ficou sentado por meses, sem se mover e com os olhos fechados entre as raízes de árvores. Bamjam deve falar com seguidores e depois voltar para a floresta.

Brasil firma acordo com Vaticano sobre ensino religioso nas escolas públicas

Sou tolo, sei, mas não entendo esse tipo de política....
Qual será o objetivo verdadeiro por trás de tudo isso?

Mais política, probably....

A seguir:
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Fonte: Ag. ESTADO

Embora não considere ideal, a Santa Sé obteve do governo brasileiro a assinatura de um acordo que mantém o ensino religioso facultativo nas escolas públicas do ensino fundamental.

O acordo não traz mudanças práticas, mas aumenta as garantias da Igreja Católica de manutenção das aulas de religião mesmo com eventuais alterações na legislação brasileira. Hoje, na biblioteca do Vaticano, ocorrerá a primeira audiência oficial que será concedida pelo papa Bento XVI ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A Santa Sé pressionava o governo desde 2000, durante o pontificado de João Paulo II, a fechar um acordo que ratificava a garantia do ensino católico. Temendo polêmicas, o Itamaraty costurou um texto que estende essa garantia a outros credos. Por considerar uma intromissão em assuntos do Estado, o governo não aceitou artigo que dava garantias, ainda, ao cumprimento de feriados religiosos, como Natal e Nossa Senhora Aparecida.

O acordo, que terá 20 artigos, praticamente é uma cópia do parágrafo 210 da Constituição e do artigo 33 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que estabelecem o direito individual dos alunos em ter disciplina facultativa de ensino religioso no horário normal das aulas, segundo informação de Vera Machado, embaixadora do Brasil junto à Santa Sé. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

Lamento ter dito algumas coisas, diz George W. Bush

Mais uma da série Goofy Booshy.

A seguir:
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O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse ontem que lamenta ter feito algumas declarações sobre a luta contra o terrorismo durante seus governo. "Lamento ter dito algumas coisas que não deveria dizer", assinalou Bush em entrevista à CNN.

Bush, que entregará o controle da Casa Branca ao presidente eleito Barack Obama no dia 20 de janeiro, se referiu especialmente a declarações que formulou a bordo do porta-aviões Abraham Lincoln pouco após o começo da Guerra do Iraque, em maio de 2003.

A imagem de Bush falando ao país foi transmitida com um cartaz ao fundo que dizia "Missão Cumprida", e essa declaração foi considerada como um anúncio de que as operações de combate dos EUA no Iraque tinham chegado a seu fim.

Mas a missão estava longe de terminar, e o conflito se arrasta até hoje com mais de 4 mil soldados americanos mortos. "Havia um cartaz que dizia 'Missão Cumprida'. Era um cartaz destinado aos marinheiros, mas sugeria algo mais. Alguns pensaram que eu acreditava que a guerra tinha terminado. Eu não pensava isso, mas essa mensagem foi transmitida de maneira errada", disse o governante.

Bush também mostrou arrependimento por ter dito que queria Osama bin Laden - líder da Al-Qaeda considerado o cérebro dos atentados de 11 de Setembro - "vivo ou morto". "Minha mulher (Laura) me lembrou que, como presidente dos Estados Unidos, devia ter cuidado com o que dizia", indicou.

O presidente dos EUA também disse que pretende retornar ao Texas depois de 20 de janeiro, e que "talvez escreva um livro". "Quero que as pessoas saibam a verdade e saibam o que é estar sentado no Salão Oval da Casa Branca", afirmou.

Mas Bush, que deixará o governo com os índices mais baixos de popularidade na história dos EUA, assinalou que há muitas coisas das quais se sente orgulhoso.

"Sinto orgulho de ser o comandante-em-chefe de pessoas tão solidárias e valentes, que se apresentam como voluntárias para servir ao país em tempos de guerra", manifestou. "Sinto orgulho quando vejo as pessoas que alimentam os famintos. Sinto orgulho quando estou na África e vejo os voluntários que ajudam os que estão morrendo por causa da aids", acrescentou.

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P.S.: Depois o Lula que é burro e não sabe se explicar...
Esse camarada nem formular frase consegue! Já vai tarde!!!

Abraço procê!!!!

Agredido vai à Justiça para "quebrar" a Ku Klux Klan

Sabe,

Quanto mais estudo, mais vejo insanidades como esta...
Quer dizer que esta organização recista possui ativos e circulação de capital...assim, todo mundo sabendo, coisa e tal?

Bom, vá entender...

A seguir:
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Uma vítima da organização racista Ku Klux Klan que sofreu lesões corporais em 2006, entrou na Justiça contra o grupo. Jordan Gruver, 16 anos, que sofreu arranhões e teve ossos quebrados, quer uma indenização grande o suficiente para levar à falência o império do KKK nos Estados Unidos.

Gruver, cidadão americano com ascendência panamenha, foi castigado em julho de 2006 no condado de Meade, em Brandenberg, Kentucky. Jogaram-lhe álcool e aplicaram-lhe socos e pontapés no chão. Quando as agressões pararam, Gruver tinha o maxilar e o antebraço quebrados e duas costelas fraturadas, além de arranhões e outros ferimentos.

A briga foi entre o garoto, que pesava 68 kg e tinha aproximadamente 1,59m de altura, e dois integrantes da Ku Klux Klan, sendo que o maior deles pesava 136 kg e media 1,94m de altura, segundo informações da rede americana CNN.

Gruver, com a ajuda de uma organização civil, espera obter uma indenização de US$ 6 milhões. "Nós queremos justiça para compensar os danos sofridos por Gruver e uma indenização que seja capaz de retirar a organização racista dos seus negócios", disse o porta-voz do Southern Poverty Law Center, Booth Gunter.

O júri, composto por sete homens e sete mulheres, foi escolhido na última quarta-feira para ouvir o depoimento de Gruver dos dois membros do grupo acusados da violência. Estes foram identificados nos documentos judiciais como o "Feiticeiro Imperial" Ron Edwards e Jarred R. Hensley, o "Grande Titã" do Klan de Ohio.

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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Estudo sugere ligação entre autismo e tempo chuvoso

Da Série "Estudos Estranhos"....


Tudo bem, precisamos estudar as coisas, temos necessidade de descobrirmos coisas que ainda faltam ser descobertas, mas pera lá: que catso de objetivo tem um estudo desse? A ciência deveria ter sempre objetivos práticos....



Gostaria de saber quantas horas o camarada gastou para chegar a uma conclusão dessas....


Bom

A seguir:

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Estudo sugere ligação entre autismo e tempo chuvoso
Da BBC Brasil
Um estudo de pesquisadores americanos relaciona o aumento da incidência de autismo com os altos índices pluviométricos nos locais onde as crianças são criadas.
A pesquisa, da Universidade de Cornell, comparou os índices pluviométricos entre os anos de 1987 e 1999 em três Estados da costa oeste americana - Oregon, Califórnia e Washington - com as taxas de autismo das crianças que cresceram neste período.
Em um artigo na revista científica Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, eles observaram que a incidência da condição era maior entre as crianças que viveram seus três primeiros anos de vida nos Estados mais chuvosos.
Entretanto, os cientistas foram cautelosos ao relacionar este fato à incidência de autismo, e pediram mais estudos para verificar ou descartar a hipótese.
O aumento nas taxas de autismo - em determinados casos, de um caso em cada 2.500 pessoas para um em cada 150 - é normalmente atribuído à maior capacidade dos médicos de identificar a condição.
Se existir, a relação entre o autismo e os índices pluviométricos pode ser explicada pelos efeitos químicos da chuva ou pelo tipo de criação que ela implica, especularam os cientistas.

Segundo eles, a chuva pode afetar as substâncias químicas às quais as crianças são expostas. Além disso, a criação em ambientes fechados poderia afetar o desenvolvimento das crianças, seja pela maior exposição à TV e às substâncias químicas da casa, seja pela falta de vitamina D produzida pela exposição ao sol.
O diretor da britânica National Autistic Society, Mark Lever, disse que a teoria se junta a outras que tentam explicar a condição e suas origens.
"Nos últimos anos o autismo foi relacionado a fatores tão diversos quanto pais em idade avançada, exposição precoce à TV, vacinas, alergias a determinados alimentos, intoxicação por metais pesados e tecnologia sem fio, só para citar algumas", ele afirmou.
"Algumas destas são pouco mais que conjecturas ou foram desacreditadas, e outras parecem promissoras e necessitam de mais estudos".
De acordo com Mark Lever, "poucas foram comprovadas por estudos científicos mais aprofundados" e muitas famílias com membros afetados pelo autismo se confundem por conta dos "conflitos" entre elas.

BBC Brasil

Padres do Vaticano terão de bater ponto

04/11/2008

A situação já não tá nada boa para quem pensa em abraçar ao sacerdócio e ainda vem a chefia arrumar uma dessa...

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Padres do Vaticano terão de bater ponto
DUNCAN KENNEDYda BBC News

Padres e funcionários terão de bater ponto a cada vez que entrarem e saírem do Vaticano.
A medida havia sido extinta há 50 anos pelo papa João 23, mas agora está de volta em uma versão modernizada.
Cerca de 2 mil funcionários terão de passar um cartão em um leitor eletrônico para registrar o tempo que passaram dentro do Vaticano.
Os cartões serão obrigatórios para todos os funcionários, incluindo padres e arcebispos, mas não houve menção sobre se papa Bento 16 também terá de cumprir a nova norma.
Há relatos de que clérigos mais velhos tenham reclamado do novo sistema, alegando que muitas vezes se ausentam do Vaticano para cumprir tarefas pastorais.
No ano que vem será implementando um sistema para medir a eficiência do trabalho dos empregados.


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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Suecos são proibidos de dar o nome de Elvis à filha

Só para relaxar um pouco:

Olha, nada contra nomes também, cada uma chama o que quer como gosta, mas...Podia pelo menos esparar vir um filho menino...

Elvira, talvez, quem sabe seria melhor.....na verdade.....bem,deixa pra lá.

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Suecos são proibidos de dar o nome de Elvis à filha

Um casal sueco foi proibido pelas autoridades de dar o nome de Elvis para sua filha.

O motivo alegado foi que este não é um nome bom para uma menina, segundo o diário online Metro.

Os pais queriam chamar o bebê de 9 meses pelo nome do "rei do rock", apesar de não ter nenhum disco ou sequer gostar muito do cantor. "Nós discutimos sobre vários nomes e de repente Elvis 'apareceu' na nossa frente".

Contudo, o órgão responsável pelo registro não aceitou o argumento de que Elvis é um nome neutro e considerou inapropriado para uma mulher.

Não é a primeira vez que o órgão não aceita nomes considerados inapropriados. Em 2007 um casal conseguiu na Justiça o direito de chamar o filho de Metallica. Em 2004 outro bebê foi chamado de Superman, contudo, neste caso, as autoridades apenas tentaram convencer os pais a mudar o nome.

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OBS: ATENTAR PARA O DETALHE DUM OUTRO CASAL TER CONSEGUIDO - NA JUSTIÇA - O "DIREITO" DE CHAMAR O FILHO DE "METALLICA"...

TEM CADA UMA TAMBÉM, MEUS AMIGOS....

domingo, 26 de outubro de 2008

Notebook Ecológico

Interessante, (ao menos, inovador).
Notebook feito com partes artesanais de bambu...Ficou espetacular! (Logo, vem pra cá).

A seguir:

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Notebook ecológico de bambu será mostrado em SP

Uma das novidades da Futurecom - evento de tecnologia e telecomunicações que se realiza em São Paulo de 27 a 30 de outubro - será o notebook Bamboo Series, da Asus. O laptop, com revestimento de bambu é, segundo a empresa, totalmente ecológico, desde a concepção até sua eventual reciclagem. Cada peça é única, com sua própria textura e padrão por causa do processo de fabricação.

Chama a atenção o revestimento artesanal de bambu Moso, que traz uma sensação de familiaridade. Segundo a Asus, "a sensação de estar mais próximo à natureza acontece mesmo quando o usuário usa o touch pad; as fibras reais de bambu no touch pad dão a sensação de estar tocando em uma superfície de madeira".

Ultrafino, o notebook está disponível em duas versões. O modelo de 12,1 polegadas, que pesa 1,57 kg; e o modelo de 11,1 polegadas, que pesa apenas 1,25 kg. Eles são equipados com processadores Intel CoreT2 Duo e RAM DDRII. O laptop começará a ser vendido no Brasil no início de 2009 e, por enquanto, não há definição de preço.

Os notebooks Bamboo Series têm baixo consumo de energia e tecnologia Super Hybrid Engine, que dá ao usuário o controle para obter o nível desejado de desempenho. A tecnologia consegue, de acordo com o fabricante, estender a vida útil da bateria entre 35% e 70% e melhorar o desempenho do sistema em até 23%.

A tecnologia consegue, ainda, reduzir as emissões de carbono em 12,3 kg por notebook - a Asus vende cerca de seis milhões de notebooks ao ano, o que representa uma redução de 73,8 milhões de quilos de carbono ou 36 milhões de árvores salvas anualmente.

Redação Terra

Radiotelescópio na Ucrânia envia fotos e mensagens ao espaço

Acho que esse é o primeiro caso de "SPAM" espacial...

Mas, vale a tentativa, quem sabe? Alguém sempre vai abrir um, então, tem que mandar mesmo!

Quem sabe eles não conseguem voltar no tempo e avisar o mundo qual dos cataclismos previstos terminou com a maioria da raça humana....(mas aí já é espetacular demais)..

A seguir:

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Radiotelescópio na Ucrânia envia fotos e mensagens ao espaço

da BBC

Um telescópio da Ucrânia está enviando nesta quinta-feira centenas de mensagens da Terra para um planeta a 20 anos-luz de distância, na esperança de fazer contato com vidas alienígenas.

O radiotelescópio RT-70, da Agência Nacional Espacial, enviou 501 mensagens --entre fotos, desenhos e mensagens de texto. O equipamento, que fica na cidade de Evpatoria, é normalmente usado para monitorar asteróides.

O planeta Gliese 581C foi escolhido porque cientistas dizem acreditar que ele tem condições de abrigar vida.
Qualquer resposta às mensagens --que foram colhidas através do site de relacionamentos Bebo-- só poderão chegar à Terra por mais 40 anos.

"Uma Mensagem da Terra"

A competição --intitulada Uma Mensagem da Terra-- convidou os 12 milhões de usuários para enviar recados para seres extraterrestres.

Entre os temas das mensagens estão o ambiente, política, paz mundial e relações familiares.
As mensagens foram traduzidas em formato binário. Elas estão viajando trilhões de quilômetros no espaço em ondas de rádio.

Depois de serem enviadas às 9h (3h no horário de Brasília), o comandante da missão Oli Madgett disse que a mensagem "passou da Lua em 1,7 segundos, Marte em quatro minutos e deixará o Sistema Solar antes do café da manhã de amanhã".

Os organizadores acreditam que o pacote com mensagens chegará ao planeta Gliese 581C no começo de 2029.

Para o porta-voz do site Bebo, Mark Charkin, a promoção "oferece uma oportunidade para que os nativos digitais de hoje possam se conectar com a ciência e com o amplo universo de uma forma simples, divertida e imersiva".

Para o astrônomo Seth Shostak, de um instituto da Califórnia que busca vida inteligente em outros planetas, o fato de que os extraterrestres provavelmente não conseguirão entender a mensagem é irrelevante.

"O objetivo pode simplesmente ser: bem, nós estamos aqui, nós somos espertos o suficiente para construir um transmissor de rádio", disse Shostak à BBC.

"Então, se alguém está lá fora e receber nosso sinal, eles pelo menos sabem que, na direção do sistema estelar, deve haver um planeta com algumas coisas bem engenhosas nele."

Da Itália: Pais são proibidos de batizar filho de 'Sexta-feira'

Cara, se fosse pra chamar de segunda-feira eu nunca que recomendava, mas sexta-feira?? Deixa o minino ser feliz...

A seguir:

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A Suprema Corte da Itália proibiu que um casal de italianos batizasse o seu filho com o nome de Venerdì, que significa "sexta-feira" em italiano.

A Alta Corte do país tomou a decisão com base em uma lei italiana que proíbe os pais de dar nomes considerados "ridículos ou constrangedores" aos seus filhos.

Os pais argumentaram que, assim como muitas celebridades, que costumam dar nomes esdrúxulos aos seus filhos, eles também deveriam ter o direito de escolher livremente o nome que quisessem.

A Suprema Corte decidiu que o nome "Sexta-feira" poderia expor o menino a situações ridículas.

Além disso, os juízes acreditam que o nome remete ao personagem do romance clássico Robinson Crusoe, de Daniel Defoe, caracterizado por "sua subserviência e inferioridade".

Os juízes ainda obrigaram os pais a rebatizar a criança de Gregório, nome do santo homenageado no aniversário da criança.

"Nós vamos continuar chamando ele de Venerdi", disse a mãe da criança ao jornal italiano Corriere della Sera. Os pais estudam até a possibilidade de chamar o próximo filho de Mercoledì (quarta-feira em italiano).

Estudante morre após vencer concurso de comilança

Fala sério: É querer muito comentar uma notícia "espetacular" como essa.
Me resigno a dizer que morreu de graça, literalmente....

À seguir:
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Estudante morre após vencer concurso de comilança

Um estudante taiuanês morreu engasgado depois de vencer um concurso de comilança, informou nesta sexta-feira a Universidade Dayeh, onde estudava a vítima. As informações são da agência EFE.

O homem, apelidado de Chen, que era aluno de pós-graduação em Biotecnologia, morreu pouco depois de ganhar a competição, organizada por seus colegas.

Chen comeu dois bolos recheados com queijo, ovos e outros ingredientes. Em seguida, ele foi ao banheiro, onde vomitou e desmaiou. Seus companheiros o levaram ao Hospital Yuan Sheng, onde morreu, apesar dos esforços para reanimá-lo.

"Este tipo de acidente mostra que este tipo de competição de consumo de alimentos deve ser proibida", disse o médico Chien Ting-kuo, ouvido pela agência EFE.

A Universidade Dayeh proibiu todos os concursos deste tipo e garantiu que os organizadores da competição em que morreu Chen não tinham pedido permissão à instituição.

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Famosa pela "dança da pizza" é eleita vereadora em São José dos Campos

Pra provar que essas coisas sempre acabam em pizza MESMO...

Com certeza, o pessoal de SJC nem lembrava...Ou será que lembravam?
Bom,

A seguir:
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Famosa pela "dança da pizza" é eleita vereadora em São José dos Campos

FÁBIO AMATO
da Agência Folha, em São José dos Campos

A ex-deputada federal Angela Guadagnin (PT), que ficou conhecida pela chamada "dança da pizza", vai voltar a exercer um cargo eletivo a partir do próximo ano. Ela foi eleita vereadora em São José dos Campos (91 km de São Paulo), no Vale do Paraíba.

Guadagnin já foi prefeita da cidade entre 1993 e 1996 e deputada federal por dois mandatos consecutivos. Em 2006, dançou no plenário da Câmara para comemorar a absolvição de um colega do PT acusado de envolvimento no mensalão, coreografia que passou a ser chamada de "dança da pizza."

O ato lhe custou o mandato nas eleições daquele ano. De recordista de votos (153 mil) na região, obteve em 2006 apenas 36.859 e ficou fora da Câmara dos Deputados. No pleito de anteontem, recebeu 4.329 votos, ficou em 18º lugar e foi um dos quatro vereadores eleitos pelo PT em São José --um a mais do que em 2004.

"Fiquei muito feliz com o resultado. Essa foi a eleição mais difícil que eu já disputei", disse Guadagnin ontem. Para ela, o episódio da dança não prejudicou o seu desempenho nas urnas. "Não tive nenhuma agressão durante a campanha. O apoio que eu obtive das pessoas era de que isso daí é uma página virada", afirmou ela.

O candidato do PT à Prefeitura de São José não teve a mesma sorte. Nem mesmo o apoio do presidente Lula, que visitou a cidade uma semana antes das eleições, impediu a segunda derrota seguida em primeiro turno do deputado estadual Carlinhos Almeida para Eduardo Cury (PSDB), atual prefeito.

Cury obteve 56% dos votos válidos, contra 40% de Almeida. Toninho Ferreira (PSTU) ficou com 3%. "É notável que o presidente Lula tem uma influência. Mas ela não é determinante [para eleger um candidato] no Brasil", disse Cury. "O eleitor está muito mais maduro e olha uma série de fatores para decidir o voto", afirmou.

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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Marinheiro plantava maconha em submarino russo

Provavelmente estavam aportados na costa da Jamaica, vá saber...

A seguir:
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Marinheiro plantava maconha em submarino russo

Um marinheiro foi condenado na Rússia sob acusação de plantar maconha dentro de um dos submarinos nucleares da Rússia. Alexander Panov, que servia no submarino Dmitry Donskoy, foi acusado de plantar a droga no peitoril da janela de seu compartimento e vendê-la para os companheiros, segundo agências russas.

"Quando as três plantas que ele cultivava alcançaram 1 metro, o marinheiro as trouxe para o almofarixado", disse o juiz Oleg Arkhipov. "Ele irrigava a plantação e começou a usá-la e distribuí-la para os outros marinheiros", acrescentou.

A corte militar da cidade de Severodvinsk sentenciou Alexander Panov Panov a dois anos em campo de prisioneiros. O submarino Dmitry Donskoy, de 175 metros, um dos mais novos do Exército russo, foi usado várias vezes, no ano passado, para carregar mísseis intercontinentais.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Candidata a promotora quer processar Bush por mortes


Ah, mas essa eu queria ver..... Um presidente estadunidense respondendo por mortes de soldados e civis em uma guerra fabricada por eles mesmos?

Mas o mais engraçado é sair isso só agora...no final do mandato......e através de um outro candidato?????

Para mim, é tudo farinha do mesmo saco.

A seguir:

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Candidata a Promotora Quer Processar Bush Por Mortes

A candidata ao cargo de promotora de Justiça no Estado norte-americano de Vermont Charlotte Dennett prometeu, caso eleita em 4 de novembro, processar o presidente George W. Bush por homicídio. Charlotte é advogada e jornalista investigativa. Para ela, Bush deve responder pelas mortes de milhares de pessoas no Iraque - tanto soldados norte-americanos como os civis iraquianos. Ela acredita que o mais alto promotor de Vermont teria a jurisdição para fazer isso.Charlotte se compromete ainda a apontar um promotor especial: o ex-promotor de Los Angeles Vincent Bugliosi, autor do recém-lançado "O processo de George W. Bush por assassinato". Charlotte e dois outros candidatos oposicionistas concorrem com o titular do cargo, o democrata William Sorrell. Bugliosi, de 74 anos, já deu declarações no lançamento de seu livro que podem ser usadas no processo, segundo ele factível. "Nenhum homem, nem mesmo o presidente dos Estados Unidos, está acima da lei."

A Casa Branca não quis comentar o assunto. Bastante liberal, Vermont é o único Estado que Bush não visitou desde que chegou à Presidência. Em 2007, o Senado estadual aprovou uma moção para iniciar um processo de impeachment contra Bush e seu vice, Dick Cheney.

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P.S.: Adivinhem quem mais sofre com essa palhaçada? Adivinhem quem mais vai sofrer quando acabar esta palhaçada?


quinta-feira, 24 de julho de 2008

Rapadura deixa de ser marca internacional

Êta notícia doce da gota!!!

Mas também, só faltava essa! Primeiro o açaí, o cupuaçú, a graviola, agora a rapadura?
Pô, ajudanóis aê...

A seguir:
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Rapadura deixa de ser marca internacional

KAMILA FERNANDES
Agência Folha em Fortaleza

Após se tornar alvo de disputa diplomática entre Brasil, Alemanha e EUA, o nome "rapadura" deixou de ser marca registrada e voltou a ter uso liberado internacionalmente.

A empresa alemã Rapunzel Naturkost possuía desde 1989 o registro do nome "rapadura" para seu açúcar orgânico. No último dia 11, anunciou que desistia de manter a marca, atendendo a pedidos brasileiros.

A Rapunzel Naturkost havia feito o registro na Alemanha e nos EUA, o que fazia com que produtores de rapadura que quisessem exportar para esses países tivessem que pagar royalties pelo uso do nome.

Apesar de o primeiro registro ter sido feito em 1989, só no ano passado a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Ceará decidiu encaminhar uma notificação extrajudicial às embaixadas da Alemanha e dos EUA para reclamar da situação.

O principal argumento contra o registro do nome é que se trata de um produto genérico, vinculado ao patrimônio histórico e cultural de países da América Latina e, sobretudo, ao Nordeste brasileiro.

A negociação com a empresa alemã foi conduzida pela embaixada do Brasil em Berlim. A empresa aceitou registrar o nome composto "rapadura Rapunzel" no lugar de "rapadura".

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segunda-feira, 7 de julho de 2008

Greenpeace: geleira argentina está desaparecendo

Mais uma da série "Mamãe, o Gelo Acabou".

A seg
uir:
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Uma imagem divulgada hoje pelo Greenpeace, ONG que luta pela preservação do meio ambiente, mostra o derretimento significativo da geleira de Viedma, no sul da Argentina, que pode desaparecer nas próximas décadas se a temperatura terrestre continuar aumentando por causa das mudanças climáticas, informa a agência AFP.

A fotografia identifica a dimensão do degelo ao comparar a situação da geleira na década de 1930 com a atual. Ela se localiza no chamado sistema Gelo Continental Patagônico Sul (HPS).

O HPS se estende por 350 km da cordilheira dos Andes, da qual se desprendem 13 grandes geleiras e 190 geleiras menores, na região sul do país (Patagônia), sob jurisdição da província de Santa Cruz.

O diretor do Instituto Argentino de Neves, Geleiras e Ciências Ambientais de Mendoza, Ricardo Villalba, informou que "nos últimos 20 anos, as geleiras ao longo da Patagônia diminuíram entre 10 e 20%". Villalba participou da expedição que documentou o retrocesso na geleira de Viedma.

O Greenpeace citou informações da Organização Meteorológica Mundial que teria confirmado que a década 1998-2007 teria registrado as maiores temperaturas até agora. Segundo dados publicados pelo Goddard Institute for Space Studies, da Nasa, a agência especial americana, 2007 superou 1998 como segundo ano mais quente, com média de 14,57°C.

Geleira racha durante inverno na Argentina

Não há o que temer...
Este degelo todo já estava escrito há milênios...

Mas não diga que não avisamos.

A seguir:
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Um processo de ruptura em geleira que começou na semana passada causou surpresa na Argentina em pleno inverno no hemisfério sul, próximo à cidade de El Calafate, na província de Santa Cruz, na Patagônia. Pedaços de gelo se separaram de uma das laterais da geleira Perito Moreno, conforme as águas do Lago Argentino abriam um túnel na geleira.

Segundo a agência EFE, a massa de gelo rachada divide em dois o chamado Lago Argentino, e a perspectiva de sua derrubada atrai milhares de turistas ao Parque Nacional das Geleiras, na província de Santa Cruz, ao sul do país.

O fenômeno que compromete a geleira é provocado pela pressão da água sobre o gelo, que racha até se despedaçar. "É raro que aconteça um processo com estas características" no inverno, disse o diretor do parque, Carlos Corvalán.

A geleira Perito Moreno, comuma superfície de aproximadamente 200 km², é uma das poucas do mundo que se mantém estável, sem diminuir de tamanho por causa do aquecimento global.

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quinta-feira, 3 de julho de 2008

TELEFONICA DEIXA POLÍCIAS (civil e militar), Corpo de Bombeiros, CET, DETRAN e Poupatempo SEM SISTEMA

Essa notícia não tem nada de espetacular, muito menos de "novidade".Resolvi postar esta notícia não porque já sofri tanto com a telefônica (eu e a torcida do Mengo e Timão juntas), o que inclui levar prejuízos, perda de tempo e MUITA, mas MUUUITA canseira. Quem depende da telefônica sabe o martírio que é.

O Espetacular é o governo permitir uma falha desse tamanha, fazer a TELEFONICA deixar TODOS: polícias civil e militar, Corpo de Bombeiros, CET, DETRAN e Poupatempo SEM SISTEMA!!! E mais: "grandes empresas privadas e órgãos da administração pública nos âmbitos federal, estadual e municipal, além de usuários de todo o Estado de São Paulo, q também estão com dificuldades de conexão."

Por que ainda insistem neste monopólio? Coisas de governo?

Pq não há uma redundância de sistema COM OUTRAS EMPRESAS???? Apenas para manter o nível (q com sistema já não é bom, sem então...).

Com certeza tem caroço neste angu, a seguir:
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03/07/2008 - 12h31

Problemas em serviços da Telefônica dificultam acesso à Internet
da Redação

Desde a tarde de ontem, usuários do Speedy, serviço de banda larga da Telefônica, enfrentam problemas para se conectar à Internet. A instabilidade técnica afeta os assinantes do UOL e dos demais provedores de acesso.Em alguns casos há lentidão e em outros não é possível completar a conexão. A Telefônica não tem uma previsão de quando o serviço será restabelecido.Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Detran e Poupatempo de São Paulo estão sem sistema. Boletins de ocorrência não estão sendo feitos. Para caso de flagrante, testemunhas e detidos têm de aguardar até o sistema voltar, diz a Secretaria de Segurança Pública (SSP).A empresa informa que as redes mais afetadas são de grandes empresas privadas e órgãos da administração pública nos âmbitos federal, estadual e municipal, mas usuários de todo o Estado de São Paulo também estão com dificuldades de conexão. O problema é técnico e atinge a rede MPLS (Multiprotocol Label Switching) da Telefônica, o que afeta diretamente o Speedy. No UOL, o telefone de suporte no Estado de São Paulo está sendo afetado por este problema. O serviço de atendimento ao cliente da Telefônica (10315) também está congestionado.A Telefônica explora serviços de Internet banda larga em 407 municípios do Estado e conta com 2,2 milhões de assinantes. A empresa não quis informar detalhes sobre quantos usuários foram afetados, nem esclarecer detalhes sobre o problema técnico.*Com informações de agências de notícias

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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Sanções Contra o Irã

Bom,....por enquanto parecia tudo "mais calmo" no oriente médio...
Será que essas sanções sairão ilesas, ou o Irã se sentirá atingido e em um contra-golpe buscará atingir algo também? Porque certos países se julgam "xerifes" do mundo, mesmo sendo os mesmos que causaram tanta dor no passado e ainda hoje continuam nessa mesma marcha?

Se algo será atingido, restaria saber como, o que e quando.

Que Deus ou Alá nos proteja.

A seguir:
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União Européia aprova novas sanções contra o Irã

A União Européia (UE) aprovou nesta segunda-feira novas sanções contra entidades e pessoas iranianas, entre elas o principal banco desse país, dentro do marco estabelecido pela ONU para punir Teerã devido ao programa nuclear iraniano, anunciaram fontes do bloco europeu.As sanções impedem que as entidades realizem atividades econômicas em território da UE, com bloqueios dos fundos que possam ter na União Européia, e impedem que as pessoas envolvidas possam entrar no território do bloco europeu, disseram funcionários europeus.

O Banco Melli, que é o principal do Irã e tem escritórios em Londres, Paris e Frankfurt (Alemanha), é o único banco atingido, já que as outras entidades sancionadas são organismos e instituições oficiais, mas não entidades bancárias.

A lista completa das entidades e pessoas incluídas nestas medidas será publicada amanhã no Diário Oficial da União Européia, o que indicará também a entrada em vigor das sanções.

Os sancionados estão relacionados aos programas iranianos de enriquecimento nuclear e desenvolvimento de mísseis balísticos, disseram as fontes da UE.

No caso das pessoas sancionadas, será proibida a entrada em território do bloco europeu para "altos responsáveis" desses programas, mas não a responsáveis do regime iraniano, a fim de permitir que viajem à Europa dentro de um marco de negociação.

Seus nomes foram comprovados em nível da ONU e dos 27 comunitários como os de pessoas "vinculadas com esses programas", acrescentaram as fontes.

As sanções, que se baseiam no marco legal estabelecido pela resolução 1.737 do Conselho de Segurança da ONU - aprovada no ano passado - foram adotadas formalmente hoje, como ponto sem debate, em reunião do Conselho de Ministros da Agricultura da UE.

Mas, apesar da aprovação destas novas medidas, a União Européia insiste em que mantém sua "duplo via" (sanções e diplomacia de forma paralela) para tentar solucionar pacificamente a questão do programa nuclear de Teerã.

"A UE não muda seu enfoque sobre o programa nuclear iraniano", afirmou um funcionário europeu, que ressaltou que continuarão "o diálogo com o Irã. O objetivo é falar com eles".

Como especuladores estão causando a alta do custo de vida

É, deu no DER SPIEGEL....

Isso todo mundo sabia, mas a riqueza de detalhes é adorável...
Quanto poder possuem esses especuladores! São os verdadeiros donos do mundo! E o tratam como se vê: pra poucos tudo, pro resto, NADA!

A seguir: Como especuladores estão causando a alta do custo de vida (leia-se: aumentando a pobreza, a fome, os conflitos, as diferenças, digamos assim, como eles estão FODENDO toda a sociedade do planeta).

Sim, é comprida a matéria, mas todos temos a obrigação de lê-la. Coragem!
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Como especuladores estão causando a alta do custo de vida - parte 1
Após investir em ações de alta tecnologia e financiamento de imóveis por anos, legiões de especuladores agora descobriram commodities como petróleo e gás, trigo e arroz. Seus bilhões estão pressionando os preços a níveis estratosféricos -com sérias conseqüências para a qualidade de vida das pessoas
Tradução: George El Khouri Andolfato

Após investir em ações de alta tecnologia e financiamento de imóveis por anos, legiões de especuladores agora descobriram commodities como petróleo e gás, trigo e arroz. Seus bilhões estão pressionando os preços a níveis estratosféricos -com sérias conseqüências para a qualidade de vida das pessoas

Markus Dettmer, Frank Hornig, Armin Mahler, Christoph Pauly, Wolfgang Reuter, Janko Tietz

Yoshikazu Tsuno/AFP - 9.jun.2008

Daniel Jaeggi está sentado à uma mesa de conferência em um prédio de escritórios na Place du Molard, em Genebra, a apenas poucos passos de distância do lago. É 13h45 de uma sexta-feira recente, e o preço de um barril de petróleo do tipo Brent é de US$ 129,50.

Jaeggi, um suíço de 47 anos, é um trader de petróleo. Ele e seu sócio, Marco Dunand, são donos de uma empresa chamada Mercuria. Ela é uma das 10 maiores empresas de trading do mundo. Em seus escritórios em Genebra, aproximadamente 110 funcionários analisam os mercados, lidam com contratos e monitoram as rotas dos petroleiros. No ano passado, a Mercuria negociou produtos de petróleo em um valor total de quase US$ 30 bilhões. Entre eles estavam milhões de barris de petróleo destinados à China.

"Por décadas, o petróleo era barato demais. Até 1999, um barril custava menos de US$ 10", diz Jaeggi. É claro, economias em ascensão como a da China, Índia, Rússia e Brasil estimularam a demanda, elevando o preço do petróleo. Mas o que realmente mudou o mercado foram os grandes fundos de pensão e investimento.

Em busca de retornos seguros e de longo prazo, grandes investidores voltaram sua atenção para os índices de commodities, investimentos que prometiam retornos substancialmente maiores do que o investimento no mercado de ações. Quanto mais os fundos investiam, mais os preços subiam, especialmente devido ao mercado para contratos futuros especulativos de commodities ser muito pequeno. Mesmo pequenas mudanças nos portfólios de grandes fundos mútuos podem provocar rapidamente a alta do preço do petróleo.

Às 15h15, o preço de um barril de petróleo do tipo Brent está a US$ 131. Ao longo do dia, os traders da Mercuria em Genebra negociaram até 4 milhões de barris de petróleo "real" e cerca de 10 vezes mais em chamados swaps -em outras palavras, petróleo que existe apenas em papel- para diminuir o risco.

"O preço do petróleo subiu cerca de US$ 10 nos últimos dois dias", diz Jaeggi, acrescentando que no passado seriam necessários anos para a ocorrência do mesmo aumento de preço no mercado. Mais tarde naquela sexta-feira, o petróleo cru americano atingiu o preço recorde de mais de US$ 139, mais de US$ 11, o maior aumento em um único dia.


Ernst Tanner está fazendo a mesma pergunta a si mesmo, mas ele está pensando em cacau, não em petróleo. Tanner é presidente-executivo da fabricante suíça de chocolates finos Lindt & Sprüngli. Ele teve que ficar atento devido ao aumento de 40% no preço dos grãos de cacau desde o início de 2007, apesar da oferta abundante. "Não tem mais nada a ver com oferta e demanda", diz Tanner.

Os aumentos de preço que afetaram o petróleo e o cacau se aplicam a quase todas as outras commodities. Uma saca de arroz agora custa quase três vezes mais do que em janeiro, o trigo, milho e soja já atingiram preços recordes neste ano e ouro está recentemente em uma montanha-russa desenfreada.

Dificilmente alguém realmente precisaria de ouro, mas o petróleo é o lubrificante de nossa economia. À medida que vai se tornando mais caro, o motor da economia começa a parar. E o trigo e o arroz, como alimentos básicos, são realmente essenciais à vida humana. À medida que se tornam mais e mais caros, os pobres são forçados a comer menos ou, em alguns casos, a passar fome.

Centenas de milhões de consumidores em todo o mundo agora se perguntam o que acontecerá. Por semanas, os altos preços dos alimentos levaram a inquietação em muitos países. Manifestantes na Indonésia e na Tailândia, por exemplo, exigiram "mais dinheiro para operários e agricultores". Em abril, os cidadãos no Haiti derrubaram o primeiro-ministro do cargo por causa do preço dos alimentos, e a população de Burkina Fasso paralisou o país inteiro por dias com uma greve geral. Na Somália, onde a situação é particularmente extrema, soldados dispararam contra uma multidão de dezenas de milhares de somalis furiosos, em um esforço para colocar a situação sob controle. Os preços do arroz na Somália dobraram em um espaço de poucas semanas.

O preço da farinha de milho, um ingrediente chave de tortilhas e conseqüentemente um item básico no México, também teve alta estratosférica. Em um esforço para aliviar a situação, o presidente do México, Felipe Calderón, ordenou que os 26 milhões de cidadãos mais pobres do país recebessem imediatamente um auxílio mensal de cerca de US$ 11.

Muitos países europeus, incluindo a França, Itália, Reino Unido e Espanha, viram protestos nas últimas semanas por parte daqueles mais afetados pelos altos preços da gasolina. Enquanto os preços da gasolina consomem uma fatia cada vez maior da suas rendas, agricultores, pescadores, taxistas e caminhoneiros estão cada vez mais preocupados em conseguir arcar com suas despesas.

Ao mesmo tempo, o custo de vida continua subindo. Na sexta-feira (6 de junho), o banco central alemão, o Bundesbank, aumentou drasticamente seu prognóstico de inflação para o próximo ano, de 2,3% para 3%.

Os custos da energia estão provando ser o maior fardo para os cidadãos comuns. Um trabalhador que viaja entre as cidades de Hamburgo e Lübeck, no norte da Alemanha, por exemplo, pode esperar gastar várias centenas de euros a mais em gasolina neste ano. A despesa média mensal em energia de um lar típico na Alemanha aumentou em 100 euros desde 2004.

Mas isto é apenas o começo. Já está claro que o gás natural se tornará significativamente mais caro ao longo do ano, porque na Alemanha o preço do gás está casado ao preço do petróleo. Os consumidores já devem se preparar -e possivelmente poupar dinheiro- para os aumentos elevados nos custos de aquecimento no final deste ano.

O custo dos alimentos também está em alta. Massas estão 26% mais caras do que há um ano, enquanto o preço de alguns derivados de leite aumentou 47%.

E o que acontece quando os preços da energia são plenamente repassados para as tarifas aéreas? A resposta é óbvia: mais e mais alemães pensarão duas vezes sobre poderem arcar com as despesas de suas férias habituais.

O padrão de vida de muitas pessoas já está em risco, e talvez a prosperidade da nação como um todo em breve possa ser ameaçada.

A pergunta é se os aumentos de preços são inevitáveis, porque a demanda é maior do que a oferta, ou se outras forças, menos óbvias, estão em ação: especuladores que estão tirando proveito da crescente escassez de recursos para ganhar muito dinheiro rapidamente.

Isto envolve mais do que apenas economia. Também é uma questão ética e altamente moral. Muito depende da resposta, incluindo a credibilidade de nosso sistema econômico.

Talvez este seja o motivo para haver tantas pessoas tentando desarmar a questão e acalmar os ânimos, aquelas que admitem que os especuladores estão em ação nos mercados de commodities, mas que também insistem que eles têm pouca influência sobre os preços. E se eles têm uma influência, dizem essas pessoas, só pode ser uma coisa boa, porque forçará a humanidade a se preparar mais rapidamente para o inevitável: a crescente escassez de recursos.

"Não se trata de procurar quem culpar", disse recentemente Hank Paulson, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos. "Se trata de oferta e demanda". Segundo Paulson, "os especuladores tiveram pouco impacto".

Mas as pessoas que são afetadas pela alta dos preços das commodities vêem de forma diferente. "A enxurrada de dinheiro de Wall Street e dos fundos hedge está pressionando a alta dos preços -e os efeitos são potencialmente destrutivos", diz Tom Buis, presidente da União Nacional dos Agricultores dos Estados Unidos.

À medida que os preços se afastam cada vez mais da realidade, outro risco começa a surgir: o desenvolvimento de outra bolha semelhante à alimentada pelos preços inflacionados das ações na chamada Nova Economia. Um estouro seria inevitável.

Ela seria uma boa notícia para os motoristas na Alemanha e pessoas que passam fome na África. Mas poderia lançar os mercados financeiros novamente em turbulência, causando problemas para os fundos hedge e talvez para alguns poucos bancos.

Independentes dos preços subirem ou descerem, a especulação resulta em exageros absurdos, com conseqüências reais para a economia.

Novamente, são os excessos dos mercados financeiros modernos que estão causando convulsões na economia mundial. De fato, o presidente da Alemanha, Horst Köhler, pode estar certo ao ter dito recentemente, em uma entrevista para a revista alemã "Stern", que os mercados financeiros se transformaram em um "monstro" que precisa ser domado.

"O setor financeiro se desligou da economia real", diz Heinrich Haasis, presidente da Federação Alemã das Caixas Econômicas.

Isto está tanto correto quanto incorreto.

Está correto porque as transações realizadas neste setor não tem nada a ver com os bens reais. O setor lida com expectativas, e nas expectativas das expectativas, freqüentemente com dinheiro emprestado. E também está correto porque é um setor no qual se ganha quantidades obscenas de dinheiro.

Mas a declaração de Haasis está errada porque estas transações podem de fato acabar afetando a economia real. Elas podem aquecê-la, como nos anos do boom recente, ou podem desacelerá-la, como atualmente. Elas também podem arrastá-la ao abismo, como muitos ainda acreditam ser possível após a mais recente crise de crédito.

Essa crise abalou os mercados financeiros por meses. Os bancos centrais foram forçados a injetar centenas de bilhões na economia global para lhe fornecer liquidez e impedir um colapso. Os antes impopulares fundos soberanos dos Estados do Oriente Médio e da Ásia intervieram, usando seu dinheiro para escorar instituições veneráveis como o Citigroup ou o suíço UBS.

É possível que o pior já tenha passado, apesar de que ainda demorará até que os resultados se tornem tangíveis. Mas também é possível que outros mercados, como o de crédito ao consumidor, possam ser arrastados para a mesma confusão em breve.

Apesar de tudo isso, ainda há bastante capital especulativo à procura de investimentos de alta rentabilidade. Enquanto as hipotecas subprime eram a última moda até recentemente, a bola da vez são os investimentos em ouro e estanho, trigo e soja. Tudo isso significa que a próxima crise já está ganhando forma antes que a última tenha passado -uma bolha seguindo no encalço de uma bolha.

Eles todos estão de volta à mesa, os fundos hedge e grandes investidores, aqueles que colocarão suas apostas em tudo que prometa gerar um lucro. Mas eles não são os únicos. Os fundos de pensão americanos, como o fundo que administra as pensões de aposentadoria para os professores da Califórnia, também entraram na briga. E há os inúmeros pequenos investidores que colocam seu dinheiro em fundos de commodities, em fundos de índices que simulam os preços das commodities, ou em certificados, estes instrumentos modernos de investimento que até mesmo permitem que investidores comuns fiquem com uma parte da ação.

Eles todos especulam que os preços das commodities continuarão subindo, em parte porque a demanda está crescendo enquanto a oferta é limitada. O petróleo é um desses casos. Sem ele a economia mundial paralisaria e as economias emergentes da Ásia estão constantemente exigindo mais. E há os alimentos. Na China, por exemplo, mais pessoas agora podem comprar carne. Mas são necessários três quilos de ração para produzir um quilo de carne de porco. Ao mesmo tempo, muitos campos agora são dedicados ao cultivo de plantas para produção de biocombustível.

A tendência é clara, mas oferece apenas uma explicação parcial para o aumento acentuado nos preços. Os hábitos de vida não mudam tão rapidamente e, conseqüentemente, nem a demanda. A única coisa que muda tão rapidamente é a expectativa, que continua pressionando a alta dos preços.
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Como especuladores estão causando a alta do custo de vida - parte 2

Markus Dettmer, Frank Hornig, Armin Mahler, Christoph Pauly, Wolfgang Reuter, Janko Tietz

Yoshikazu Tsuno/AFP - 16.jun.2008

Commodities: o setor que mais cresce no século 21
Ninguém sabe quão caro o petróleo estaria se não houvesse especulação, mas certamente estaria mais barato. E se estivesse mais barato, nós pagaríamos menos pela gasolina, combustível para aquecimento e água quente. Os alemães, como todo mundo, também teriam mais dinheiro disponível para cobrir o custo de vida e produtos de consumo, e mais e mais bilhões não seriam excluídos do ciclo econômico alemão.

Se o petróleo estivesse mais barato haveria menos inflação, e o Banco Central Europeu (BCE) não seria forçado a manter as taxas de juros tão elevadas quanto atualmente. Ele poderia reduzir os juros, como o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, anunciou no começo do mês. Taxas de juros mais baixas estimulariam a economia e conteriam a valorização excessiva do euro, que por sua vez beneficiaria a economia e teria um impacto positivo sobre o mercado de trabalho.

Em vez disso, a recuperação está em risco, assim como muitos empregos. A inflação, além de tornar os produtos mais caros, também redistribui a riqueza porque ela prejudica mais os pobres do que os ricos.

Mas como ninguém sabe quão mais barato o petróleo estaria se houvesse menos especulação, ninguém sabe quão significativo é o impacto da especulação. Que ele existe está claro, assim como o fato de que afeta a todos -todo cidadão e toda empresa.

Mas tudo isso é relativamente inofensivo em comparação à especulação em torno dos alimentos. Em vez de afetar apenas o custo de vida, a especulação de commodities alimentares pode ser uma questão de vida ou morte. Quando os preços dos alimentos sobem, os pobres não conseguem mais comprar alimentos e são forçados a passar fome.

Por este motivo, também há um aspecto da especulação que muitos, especialmente aqueles que obterão um lucro rápido, optam por ignorar. Ao fazê-lo, eles também ignoram os resultados de suas ações.

A globalização, uma história de sucesso para muitos até agora, estagnou. Após ajudar inicialmente centenas de milhões de pessoas a escaparem da pobreza, ela agora está exibindo seu lado feio. À medida que os lucros crescem em um lado do mundo, a fome está novamente em ascensão do outro.


É uma história completamente diferente nas telas de computador dos analistas de Wall Street, onde commodities são o setor que mais cresce no século 21. Vastas somas de dinheiro estão sendo investidas nos mercados de commodities alimentares e de energia. Estes mercados, que até agora eram relativamente equilibrados e claros, atuando segundo os mesmos princípios por décadas, estão repentinamente sendo tomados por investidores financeiros.

No final de 2003, eles investiram apenas US$ 13 bilhões no setor de commodities alimentares. Em março de 2008, este número saltou para US$ 260 bilhões, um aumento de 1.900%.

No ano passado, novos investimentos nos mercados de commodities somaram cerca de US$ 100 milhões por dia. No início deste ano, o que era um fluxo constante se transformou em uma torrente, com mais de US$ 1 bilhão inundando o mercado a cada dia. Fundos hedge, bancos, fundos de pensão, fundos de investimento -em outras palavras, grupos que representam milhões de pequenos investidores- estão envolvidos. A princípio eles investiram seu dinheiro no mercado pontocom, depois em imóveis, e agora nos mercados de agricultura e energia que são a nova oportunidade de investimento.

Do ponto de vista da análise de investimento fundamental, há bons motivos para continuar apostando em maiores aumentos nos preços das commodities. Os recursos estão ficando mais escassos, enquanto a demanda global por energia, recursos minerais como cobre e carvão, e produtos agrícolas como trigo e milho continuam aumentando. Os traders nas bolsas de commodities o chamam de "superciclo" -uma tendência que prosseguirá por um longo tempo.

O problema é que as commodities não se comportam como ações ou hipotecas, os últimos dois queridinhos da comunidade de investimento. Freqüentemente os muitos administradores de fundos não podem (ou preferem não) entender as regras específicas de seu brinquedo mais recente além do nível mais superficial. Eles negociam com base em pequenas quantidades de informação que não significam nada até estarem em posse de uma delas.

Às vezes basta uma chuva pesada em Iowa para provocar uma corrida no mercado de milho. Uma safra ruim poderia reduzir a oferta. Oferta menor eleva os preços -e propicia retornos maiores para os traders de commodities.

No caso do petróleo, um dia de neblina no porto do Houston é suficiente para provocar pânico no mercado, porque significa que menos petroleiros poderão descarregar suas cargas até a neblina passar. Quando um oleoduto rompe no Canadá, "o preço sobe imediatamente US$ 4", diz Fadel Gheit, um analista de petróleo da Oppenheimer, em Nova York, com 20 anos de experiência no setor. Gheit, também um engenheiro, sabe como os oleodutos são reparados. "Não é um cirurgia cardíaca. É um trabalho de encanador, coisa fácil, concluído em três dias", ele diz. "Os traders usam toda desculpa disponível para aumentar os preços."

Quando era jovem, Gheit ainda analisava os preços do petróleo a US$ 4 o barril. O relacionamento ritualizado entre volume de produção e consumo, demanda que vem crescendo há anos na China, instabilidade no Oriente Médio ou na Nigéria, ameaça de tempo frio -nada disso é suficiente para explicar a atual explosão dos preços, diz Gheit. Ele está convencido de que os especuladores são totalmente responsáveis. "É pura histeria", ele diz.

Outros analistas concordam. "O mercado está reagindo ao fato de podermos não ter petróleo suficiente no mercado daqui 13 anos -como é que é?", disse Edward Morse, economista chefe para energia do banco de investimento Lehman Brothers. "Você nunca reconhece que é uma bolha até a bolha estourar", ele diz.

Há abundância de sinais de comportamento incomum por todos os mercados de commodities. Veja o algodão, por exemplo. No final de fevereiro, o preço de contratos futuros de algodão saltou 50% em duas semanas. Mas os produtores de algodão ainda nem conseguiram vender metade de sua safra do ano anterior. Desde 1966 os depósitos nos Estados Unidos não ficavam tão cheios. Na verdade, todos os sinais apontam para uma queda de preço.

Em uma declaração ao Congresso americano, o Associação Americana dos Transportadores de Algodão atribui a este desdobramento "irracional" a "alta dos preços causada pelos especuladores". Segundo o grupo setorial, os processadores de algodão nunca pagariam os preços fantasiosos que são cotados nas bolsas de commodities.

Dois mundos se desenvolveram. Um é o mundo dos traders dos fundos hedge e empresas de investimento, e o outro é dos produtores rurais, mercadores de grãos e operadores de minas. Eles podem lidar com as mesmas commodities -barris de petróleo ou fardos de algodão, por exemplo- mas para alguns estes são apenas conceitos abstratos, enquanto outros os vêem como produtos reais.

Os problemas surgem quando estes dois mundos se cruzam, o mundo da fantasia dos especuladores e as economias reais dos processadores de algodão e torrefadores de café. Isso leva a distorções, como as que atualmente afetam o mercado de algodão.

A especulação não é necessariamente ruim. Quando um mercado vê bilhões em novos investimentos, isto pode estimular o comércio, o que beneficia a todos, melhora a eficiência e provoca uma onda de modernização.

Mas há algum tempo, as apostas em massa realizadas pelos novos investidores financeiros permitiram que as bolsas de commodities, especialmente as de Chicago e Nova York, funcionassem como perfeitos cassinos. Tradicionalmente, as bolsas permitem que produtores rurais e atacadistas de grãos vendam antecipadamente as colheitas usando os chamados contratos futuros. Nestes, o volume, preço e data de entrega de uma determinada commodity são estipulados antecipadamente, mesmo quando o grão ainda está balançando ao vento nos campos dos produtores rurais.

Para os produtores rurais e seus clientes, os contratos futuros são uma forma de se protegerem contra condições climáticas adversas. No caso de metais e energia, os contratos futuros ajudam as partes a compensarem flutuações excessivas de preço e controlar a entrega de seu produto.

É precisamente este mecanismo que os especuladores usam em seu benefício. Eles compram contratos para a entrega de commodities como trigo e petróleo quando os preços estão baixos, apostando assim os bilhões que investiram na alta dos preços. Traders tradicionais de commodities têm pouca chance de resistir com sucesso a tamanha especulação. Os especuladores, devido ao seu volume, agora controlam os mercados. Em Chicago, lar da maior bolsa de commodities do mundo, o volume de contratos futuros de grãos sendo negociados já é 30 vezes maior que a produção anual de grãos nos Estados Unidos. Esta tendência dificilmente será reduzida tão cedo. Neste ano, corretores em Chicago já deram entrada a 20% mais contratos do que no mesmo período do ano passado.

Os preços do trigo, arroz ou carne de porco sempre foram negociados entre produtores rurais, distribuidores e seus clientes. A mesma coisa costumava ser verdadeira nas bolsas de commodities. No final, as transações futuras levavam a uma entrega de fato de um produto. No jargão do setor, isto é chamado de "real trading".

Mas esses dias são coisa do passado. O real trading, diz Hubert Gabrisch, do Instituto para Pesquisa Econômica de Halle, cidade no leste da Alemanha, "se tornou a exceção nas bolsas". No caso do trigo, por exemplo, apenas 3% do volume negociado de fato troca de mãos. Os preços agora são determinados pelos especuladores, malabaristas financeiros sem nenhum interesse em ter algum contato físico com a entrega das vastas quantidades de grãos que possuem.

Um bushel de trigo se tornou um número abstrato nos escritórios de fundos hedge de Nova York, um número perfeitamente adequado para fins de aposta. Na maioria dos casos, este número tem pouco a ver com o valor real do alimento básico por trás.

A especulação é mencionada pela primeira vez no Velho Testamento. O soberano do Egito, que sonhou que sete safras abundantes seriam seguidas por sete safras ruins, encorajou a prática. Para evitar este desastre, ele criou o que poderia ser visto como o primeiro fundo governamental da história do mundo, no qual estocou grãos em grande escala, portanto provocando alta dos preços.

Um arquétipo clássico de todos os pânicos futuros é mania das tulipas holandesas do século 17. Em 1636, no auge da bolha, os bulbos mais cobiçados, como as espécies Viceroy e Van der Eyck, tinham preços que equivaliam aos de uma casa inteira. Todas as classes sociais sucumbiram à histeria. Pinturas contemporâneas retratam açougueiros, guardas, agentes mercantes, estudantes e limpadores de chaminés negociando bulbos em tavernas.

Mas então a fé dos holandeses em um futuro dourado permanente para a tulipa ruiu. No leilão de tulipas na cidade de Haarlem, em 4 de fevereiro de 1637, nenhum dedo foi levantado quando o primeiro bulbo foi leiloado. O leiloeiro baixou o preço, mas ainda assim ninguém se moveu. Isto levou a uma ampla venda de bulbos, que fez com que os preços despencassem.

O país mergulhou em uma recessão profunda. Como freqüentemente ocorre após uma especulação exagerada, o governo teve que intervir e proibiu o uso de contratos futuros, que já eram comuns na época. Pregadores castigaram os especuladores em seus púlpitos, chamando o caso de "punição de Deus pela ganância blasfema e estupidez das massas".

Especulação fracassada, seguida por dificuldades e sofrimento, estão presentes desde que os seres humanos começaram a praticar o comércio. E sempre foi a combinação fatal de liquidez excessiva e instinto de rebanho dos especuladores que causa a alta dos mercados e depois sua explosão e colapso.

Parece que toda geração tem que lidar com sua própria especulação, deve experimentar pessoalmente quanto o otimismo ilimitado pode se transformar em desespero e quantas oportunidades certas de investimento podem se transformar em ações sem valor praticamente da noite para o dia. As bolhas especulativas do passado incluíram a falência da Companhia dos Mares do Sul em 1720, a bolha ferroviária britânica em 1846, a alta das ações que antecedeu a crise econômica mundial de 1929 e a bolha pontocom do final dos anos 90. A simples estupidez de uma bolha nunca é aparente até após seu estouro.

Os especuladores mais ousados ou são ridicularizados ou admirados, dependendo de quão bem se saem. Em 1992, a decisão bem-sucedida de George Soros de apostar bilhões contra a libra britânica lançou sua reputação de ser um apostador de sangue gelado. Outros foram parar na prisão, como Nick Leeson, um jovem corretor de ações britânico que apostou mais de 800 milhões de libras em meados dos anos 90. Quando não conseguiu mais esconder suas perdas, ele deixou um breve bilhete em sua mesa ("Sinto muito") e fugiu. Suas ações levaram ao colapso de seu empregador, o Barings, o banco de investimento mais antigo da Inglaterra.
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Como especuladores estão causando a alta do custo de vida - parte 3

Markus Dettmer, Frank Hornig, Armin Mahler, Christoph Pauly, Wolfgang Reuter, Janko Tietz

AFP - 20.jun.2008

Os mercados de capital americanos são dirigidos por pessoas de 29 anos
Os especuladores -e as bolhas especulativas- sempre existiram, como mostra um olhar pela história. O que é novo é o simples volume da especulação, chegando a bilhões, nos últimos anos.

Isto tem a ver com os mercados financeiros modernos e seus instrumentos, conhecidos como derivativos, que o grande investidor americano, Warren Buffet, acertadamente descreveu como armas de destruição em massa. Mas estas armas são apenas eficazes porque os bancos centrais criaram o ambiente necessário. Nunca antes na história o mundo foi tomado por tamanha enxurrada de dinheiro.

Desde o início dos anos 80, as taxas de juros nas principais economias do mundo tendem para baixo. O volume de dinheiro cresceu de acordo, inicialmente em cerca de 4% ao ano e agora em mais de 10%. Quando mais capital produz menos renda de juros, os investidores buscam automaticamente investimentos de maior rendimento.

É relativamente fácil seguir o rastro do dinheiro. Sempre que uma grande quantidade de capital toma um mercado, ele deixa para traz um grande leito de rio.

Primeiro houve a corrida aos Tigres Asiáticos em meados dos anos 90. Bilhões de dólares em investimento ocidental ajudaram a alimentar o boom econômico na Tailândia, Coréia do Sul, Malásia, Filipinas e Indonésia. Mas então, no segundo semestre de 1997, ocorreu o crash.

Uma festa mal tinha acabado quando começou outra. Em Moscou, os especuladores ocidentais apostaram nos títulos de curto prazo do governo russo até que a Rússia se tornou insolvente em 1998. Isto levou ao colapso espetacular da Long-Term Capital Management, um fundo hedge gigante, que quase arrastou o sistema financeiro internacional com ele.

Em seu livro "The Trillion Dollar Meltdown: Easy Money, High Rollers and the Great Credit Crash", o autor americano Charles Morris escreveu: "Independente do que saia errado, o Fed salvará você criando dinheiro barato suficiente para comprar sua saída de seus problemas". Ele estava descrevendo as políticas do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, e seu presidente por muitos anos, Alan Greenspan.

Após o estouro da bolha pontocom e o 11 de Setembro, o Fed reduziu sua taxa referencial em cinco pontos percentuais, assegurando assim que o mercado ficasse literalmente inundado de dinheiro. Na época Greenspan, que era reverenciado e praticamente tratado como um feiticeiro, manteve as taxas em apenas 1% por 12 meses. Seu sucessor Ben Bernanke, adotou exatamente a mesma abordagem quando a crise americana das hipotecas subprime ocorreu no ano passado. Ele já reduziu as taxas de juros sete vezes desde setembro passado.


"A liquidez mundial disponível é um fator que promove a especulação e inovação", diz um especialista do BCE. Além da política agressiva de baixa taxa de juros americana, ele cita uma considerável expansão da oferta de dinheiro na Ásia. Várias equipes no BCE estão buscando formas para melhor entender como os mercados financeiros afetam as mudanças na oferta de dinheiro, portanto influenciando indiretamente a inflação.

Por medo de que os mercados possam sofrer um colapso, os banqueiros centrais americanos tornaram o dinheiro cada vez mais barato, mas ao fazê-lo estão combatendo o incêndio com gasolina em vez de água. À medida que cresce o capital, ele busca cada vez mais novas fontes de retorno.

Os fundos hedge são os mais agressivos, reunindo vastas somas de dinheiro e as investindo de forma extremamente especulativa. Se tudo sair bem, eles podem obter retornos extremamente altos para seus investidores e, para seus administradores, salários que pareceriam inconcebíveis até não muito tempo atrás.

John Paulson é um desses casos. Um ex-banqueiro de investimento, ele administrou seu próprio grupo de fundos hedge, em grande parte sem ser notado, desde 1994. Em 2006, ele ganhava uma renda anual estimada de US$ 100 milhões a US$ 150 milhões. Apesar de certamente uma vasta soma segundo padrões comuns, a renda de Paulson era relativamente modesta dentro do setor, e insuficiente para merecer qualquer atenção da mídia.

Isto mudou em 2006, quando Paulson, 52 anos, decidiu colocar suas apostas no colapso do mercado imobiliário americano, especialmente no setor subprime (de alto risco), enquanto a maioria dos especuladores ainda apostava em um crescimento desenfreado. No ano passado, um dos fundos de Paulson, o Credit Opportunities II, saltou de valor de US$ 130 milhões para US$ 3,2 bilhões, um aumento de 2.362%. O próprio Paulson chegou ao topo do ranking da revista "Trader Monthly" dos 100 maiores ganhadores do setor -com uma renda anual estimada de mais de US$ 3 bilhões.

O homem em segundo lugar nessa lista, Phil Falcone, reconheceu o potencial no minério de ferro australiano. Diretor administrativo sênior da Harbinger Capital Partners, Falcone investiu pesadamente em um dos produtores-chave do setor, a Fortescue Metals. O investimento deu resultado, lhe propiciando um retorno de 114% e contribuindo para os ganhos anuais da Harbinger de cerca de US$ 1,5 bilhão.

Os novos soberanos dos mercados financeiros parecem diferentes de seus antecessores, os banqueiros de Wall Street consistentemente bem vestidos. John Burbank, 44 anos, com sua barba, coletes de lã e utilitário esporte velho e amassado, poderia facilmente se passar por um guarda florestal. Sua pequena empresa tem sede em um prédio modesto de San Francisco, o mais distante da Wall Street de Nova York possível, mas mesmo assim Burbank é o mais recente garoto-maravilha de Wall Street. No ano passado, seu fundo hedge, o Passport Global Strategy, obteve um retorno recorde de 219%.

"Você só consegue obter estes tipos de lucros se suas opiniões forem muito diferentes das opiniões gerais", diz Burbank. Um de seus investimentos foi em minas de carvão africanas.

Dados recentes gerados pela firma de análise do mercado americano, Barclay Hedge, aponta para um afluxo maciço de dinheiro de fundos hedge para o mercado de commodities nos últimos anos. Desde 2003, estes investimentos aumentaram 372%, até o número mais recente de cerca de US$ 190 bilhões.

Às vezes, é claro, há mais em jogo do que investimentos em carvão e minério de ferro. E em alguns casos os especuladores, com sua falta de transparência, apostam em uma economia inteira. O drama que atualmente se desenrola na Islândia é um exemplo.

Nos últimos anos, os três maiores bancos do pequeno país especularam contra sua própria moeda porque tomaram empréstimos pesados no exterior. Alguns poucos fundos hedge perceberam a ação dos bancos e passaram a especular que a situação sairia de controle.

"Operadores inescrupulosos" do exterior estavam tentando provocar o colapso do sistema financeiro da Islândia, disse David Oddsson, o presidente do banco central do país. Ele aumentou as taxas de juros para uma alta recorde de 15,5% em um esforço para salvar a moeda islandesa, a coroa. Desde o início de 2008, a coroa perdeu 20% de seu valor frente ao euro, em parte em conseqüência das ações dos bancos islandeses.

Mas os investidores têm outra carta em suas mangas. Agora eles estão especulando que os bancos islandeses irão a pique. Mas os islandeses estão contra-atacando. Para obter novo dinheiro, uma das instituições, o Kaupthing Bank, está atraindo investidores alemães com uma taxa de juros recorde de 5,65% nas contas do mercado de moeda.

Enquanto isso, os bancos centrais estão se preparando para o pior. Os países escandinavos prometeram fornecer à Islândia uma ajuda emergencial de 4,3 bilhões de euros em dinheiro caso seu banco central necessite socorrer os bancos. O BCE também está ciente do problema. Parece ser hora dos fundos hedge admitirem a derrota, pelo menos por ora, em sua batalha pelo pequeno país.

Não é incomum fundos hedge especularem e perderem, e muitos já fracassaram como resultado. Apesar de ainda não ter ocorrido um grande colapso, a possibilidade não pode ser descartada. Ela acontecerá se vários destes fundos apostarem no mesmo cavalo, perderem e então arrastarem seus financiadores com eles. Isto porque os fundos hedge costumam operar com dinheiro emprestado, o que os torna altamente promissores e arriscados ao mesmo tempo.

É claro, a especulação não é um negócio reservado exclusivamente a estes grandes malabaristas financeiros. Milhões de pequenos investidores participam do jogo, conscientemente ou não. A especulação em commodities assegura suas pensões de aposentadoria (a menos que algo saia errado), e faz parte da estratégia de diversificação das empresas de seguro de vida e planos de investimento. Pequenos investidores também podem investir diretamente em contratos futuros de petróleo e grãos.

"Muito dinheiro pode ser ganho neste negócio se você utilizar apropriadamente a crescente demanda mundial", disse Charles Valdes com entusiasmo há menos de dois anos. Ele está encarregado dos investimentos do maior fundo de pensão americano, o Sistema de Aposentadoria dos Funcionários Públicos da Califórnia (Calpers).

Valdes já investiu mais de US$ 1,1 bilhão, com US$ 450 milhões nos mercados de commodities, em prol das pensões de 2,5 milhões de funcionários públicos da Califórnia. O dinheiro visa "diversificar nosso portfólio e reduzir nosso risco", diz Valdes.

Fundos de investimento poderosos também estão entrando na onda. Nos últimos 12 meses, eles introduziram 52 fundos de índices especializados em commodities apenas nos Estados Unidos. Estes instrumentos espelham os índices industriais divulgados pela Standard & Poor's e Goldman Sachs, na expectativa de que os preços continuem subindo.

O próspero setor de certificados da Alemanha opera de forma semelhante. Com mais de 300 mil papéis negociados diariamente nas bolsas mundiais, qualquer investidor comum pode apostar nas mudanças no preço da gasolina sem chumbo, no zinco ou na soja. O preço desses debêntures emitidos pelos bancos também seguem gráficos febris da cotações internacionais, como os da Bolsa de Chicago e da Bolsa de Metais de Londres. Investidores privados alemães já compraram ações no valor de mais de 130 bilhões de euros. Os bancos estão salvaguardando seus investimentos com a compra de contratos futuros correspondentes, aumentando assim os preços.

Como os mercados de ações não são mais um investimento tão atraente quanto já foram, muitos bancos também estão apostando em commodities. Escrúpulos éticos geralmente não são mencionados em sua literatura promocional, assim como não apontam que os investidores privados pagam por seus investimentos em outros lugares, como no supermercado ou ao encher o tanque no posto de gasolina, por exemplo. E dificilmente um banqueiro apontará que preços lucrativos no fundo se traduzem em aumento do preço dos alimentos em lugares como Burkina Fasso.

Participe da alta dos preços do petróleo mas com pouco risco, o banco americano JP Morgan diz aos seus clientes. O Merrill Lynch até mesmo oferece um produto de investimento chamado "Cesta de Fertilizante dos Mercados Emergentes".

Os especuladores apuraram seus ouvidos há poucas semanas, quando importantes especialistas em agricultura alertaram as autoridades da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) que podiam esperar ver mais e mais pessoas passando fome no futuro. O arroz, antes um produto de nicho nas bolsas de commodities que atraía pouca atenção, agora ganhou proeminência. Não demorou para que números começassem a circular e os especuladores percebessem que o arroz é um alimento básico para mais da metade da humanidade, especialmente na Ásia e Oeste da África.

O banco holandês ABN Amro foi o que reagiu mais rapidamente, emitindo um certificado que "possibilita, pela primeira vez, participação no principal produto alimentício na Ásia". Agora que a Índia impôs uma proibição à exportação de arroz, "as reservas mundiais cairão a níveis mínimos", escreve o banco, deixando implícito que o arroz é uma ótima oportunidade de investimento.

O certificado faz tanto sucesso entre os pequenos investidores que outros bancos agora também estão considerando emitir certificados de arroz. Mas o preço do arroz caiu significativamente de novo. Ironicamente, o DWS, o fundo subsidiário do Deutsche Bank alemão, anunciou um novo fundo agrícola global nos sacos que as padarias alemãs usam para embrulhar pão e outros produtos.

A questão das commodities surge no momento certo para o setor de certificados, fornecendo uma nova ferramenta eficaz para atrair clientes. Até 29 de junho, os investidores na Alemanha não pagarão impostos sobre lucros oriundos de investimentos especulativos. Aqueles que investirem após a data, pagarão um imposto de 25% sobre os ganhos de capital, que, antes das novas regras entrarem em vigor, são isentos de imposto se mantidos por pelo menos um ano.

O sentimento é acalorado e há abundância de oportunidades, trazendo lembranças dos melhores momentos da Nova Economia (pouco antes do início dos piores momentos). Alguns analistas de bancos de investimento adquiriram status cult novamente -como Henry Blodget e Mary Meeker, analistas do Merrill Lynch e Morgan Stanley, respectivamente, que alimentaram o boom pontocom por anos com seus prognósticos otimistas.

Arjun Murti, da Goldman Sachs, exerce um papel semelhante atualmente. O analista de petróleo é famoso em seu setor. Suas previsões ousadas quase sempre estão corretas, pelo menos até agora -a ponto de seus relatórios mais recentes sempre provocarem pequenas ondas de choque nos mercados. No segundo trimestre de 2005, ele previu que o preço do petróleo -a cerca de US$ 50 na época- se aproximaria de US$ 105 em 2009.

Em 6 de maio, Murti disse que um preço de até US$ 200 o barril era "altamente provável" nos próximos 24 meses. Os preços prontamente dispararam. "O relatório da Goldman dá aos administradores de fundos uma desculpa para pressionar ainda mais os preços para cima", diz Michael Fitzpatrick, da MF Global, a principal corretora do mundo para transações de futuros.

Programas financeiros na televisão também entraram em marcha acelerada. Canais de negócios, como o "CNBC" e "Bloomberg" nos Estados Unidos, estão fazendo o melhor que podem para animar os investidores. Enquanto relatórios anteriores se concentravam no número de acessos aos sites da Amazon e Netscape, cotações agora rolam pela tela, mostrando os atuais preços do ouro, prata, gás e petróleo. Apresentadores de programas, investidores e analistas estão constantemente envolvidos em discussões acaloradas sobre a "crise do petróleo na América" sobre a "bolha imobiliária". É claro, parte de suas discussões envolve as melhores formas de transformar estas calamidades em lucro.

Jim Cramer é a nova personalidade da mídia dos novos miniespeculadores. O ex-administrador de fundo hedge se transformou em uma espécie de entertainer para a televisão financeira americana. Em seu programa caótico, "Mad Money", ele ocasionalmente arremessa cadeiras pelo estúdio vermelho. Ele está constantemente pressionando vários botões vermelhos para disparar efeitos sonoros -um coro de aleluia, disparo de metralhadoras ou som de búfalos, ursos ou porcos- correspondentes às suas dicas gritadas de investimento. Turbinas de vento estão em falta no mercado: rufar de tambores! O setor de contêineres de carga está prestes a experimentar uma forte recuperação: aplausos! O boom do petróleo pode sofrer um ocasional minicrash: disparos de metralhadora!

Dificilmente haveria melhor cenário para um capitalismo global desenfreado de grandes e pequenos especuladores. Não é de se estranhar que até mesmo um insider ocasional esteja começando a se sentir constrangido, enquanto mais e mais pessoas estão se perguntando como os mercados fora de controle podem ser novamente domados.

Uma falta de regulação permitiu ao setor financeiro "se tornar lucrativo demais e grande demais", diz George Soros. O lendário guru do investimento está alertando há anos para os riscos do mercado financeiro global. Em uma audiência no Congresso americano na semana passada, Soros até mesmo falou de uma "superbolha" que ele acredita estar se formando nos últimos 25 anos.

As altas recordes nos preços do petróleo também são resultado de uma bolha, segundo Soros. "Especuladores e fundos de índice que seguem a tendência estão apenas aumentando a pressão sobre os preços", ele diz. Por este motivo, Soros propõe tornar mais difícil para fundos de pensão e fundos de índice negociarem contratos futuros nos mercados de commodities. Um método seria a adoção de uma obrigatoriedade de um maior investimento mínimo para o capital especulativo.

Kenneth Griffin também é um dos grandes agentes no mercado. Seu fundo hedge, o Citadel Investment Group, vale US$ 20 bilhões e é um dos mais bem-sucedidos no setor. Todavia, eles às vezes têm uma sensação incômoda quando pensa no setor. "Caminhe por qualquer um dos andares de trading -eles estão cheios de jovens de 29 anos", Griffin se queixou recentemente ao "New York Times". "Os mercados de capital da América são controlados por um bando de jovens recém-saídos do curso de administração e negócios que realmente não viram muito. Há uma verdadeira falta de sabedoria." Segundo Griffin, os executivos de bancos atualmente entendem apenas "parte de seus negócios". Ele acredita que o setor necessita de melhor regulação.

"Nós temos que criar um sistema financeiro no qual não haja incentivos perversos, os riscos sejam devidamente reconhecidos e administrados e onde haja menos empréstimos", diz Mario Draghi, o chefe do Banca d'Italia e presidente do Fórum de Estabilidade Financeira, um grupo fundado pelos sete maiores países industrializados há 10 anos, após a crise financeira asiática. Em abril, Draghi apresentou um documento de 70 páginas detalhando as medidas propostas para fortalecer a estabilidade dos mercados.

Por exemplo, escreve Draghi, devia ser exigido dos bancos um maior uso de seu próprio capital para investimento em produtos financeiros complexos. Os fundos hedge e outros grandes especuladores, ele acrescenta, devem ser forçados a finalmente revelar suas atividades e riscos.

"As propostas são eficientes, mas elas também precisam ser implantadas em algum momento", diz Hans Tietmeyer, o ex-presidente do banco central da Alemanha, o Bundesbank, e co-fundador do fórum. Segundo Tietmeyer, os americanos e britânicos estão constantemente exigindo exceções para suas empresas no instante em que crises agudas terminam.

Além de regulação mais rígida, os economistas também estão pedindo por uma política monetária mais rígida. Isto significa taxas de juros mais altas, menos inflação e, no final, um dólar mais forte. "Os investidores de todo mundo vêem as commodities como uma salvaguarda contra a inflação", diz Ben Steil, do Conselho de Relações Exteriores dos Estados Unidos. Isto significa que enquanto o dólar permanecer fraco, os preços do petróleo não cairão. Para começar, o petróleo é a nova moeda de reserva do mundo.

Enquanto isso, nos escritórios dos fundos hedge, fundos de pensão e firmas de investimento, uma busca febril pelo próximo grande investimento já está em andamento. Investimentos conservadores -coisas concretas que não podem virar fumaça tão facilmente como um contrato futuro nas bolsas de Chicago e Nova York -estão repentinamente em voga de novo.

De acordo com a nova tendência, os fundos hedge e bancos de investimento começaram a comprar fazendas em todo o mundo. O Morgan Stanley, por exemplo, já é dono de vários milhares de hectares de terra agrícola na Ucrânia. Um fundo agrícola operado pelo Blackrock, um grupo de investimento de Nova York, adquiriu mais de 1.100 hectares em Norfolk County, Reino Unido. Outros estão revirando o mundo, da Rússia até a América do Sul, em busca de oportunidades de investimento. Na Argentina, os preços dos campos mais produtivos subiram 80% nos últimos anos.

O fundo hedge britânico Emergent Asset Management está atualmente reunindo 1 bilhão de euros para comprar terras agrícolas africanas ao sul do deserto do Saara.

"Os administradores de fundos hedge podem não ser bons agricultores", diz Paul Christie, chefe de marketing do Emergent, "mas com bons parceiros podem ser bons administradores de fazenda".
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Nota do blog: realmente, o mundo anda tão complicado...Ô, ô , seu moço, do disco voador, me leve com você, pra onde você for....

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